Atual campeão, o queniano Sabastian Sawe está fora da Maratona de Berlim, em 27 de setembro, devido a uma lesão. Com isso, a elite feminina ganha destaque na prova: a etíope Tigst Assefa, bicampeã do evento, retorna com a meta de bater o recorde mundial, enquanto a alemã Esther Pfeiffer tentará estabelecer um novo recorde de seu país. Apesar do desfalque masculino, a competição mantém a expectativa de alto nível técnico e busca por marcas históricas.
O queniano Sabastian Sawe não disputará a Maratona de Berlim, em 27 de setembro. Atual campeão da prova e recordista mundial, Sawe anunciou sua retirada devido a uma lesão.
"É com o coração pesado que preciso informar que sou obrigado a desistir da BMW Berlin Marathon devido a uma lesão. Estava ansioso para fazer algo especial nas ruas de Berlim e cruzar a linha de chegada no Portão de Brandemburgo", afirmou o queniano.
Mesmo sem o atual campeão, a elite masculina terá nomes importantes e deve manter a expectativa por uma disputa de alto nível no rápido percurso de Berlim.
Assefa volta a Berlim mirando o recorde
Se a prova masculina perdeu seu atual campeão, a disputa feminina ganhou um dos principais focos da edição. A etíope Tigst Assefa, vencedora da Maratona de Berlim em 2022 e 2023, volta à prova com o objetivo declarado de melhorar o recorde mundial da maratona.
Foi em Berlim, em 2023, que Assefa estabeleceu o recorde mundial de 2h11min53s, marca que posteriormente foi superada. Segundo a organização, os sinais de seu treinamento mais recente são considerados promissores.
A corrida feminina também terá uma meta importante para a Alemanha. Esther Pfeiffer, da Düsseldorf Athletics, tentará quebrar o recorde alemão da maratona.
Assim, Berlim poderá ter duas marcas nacionais e mundial como objetivos na mesma prova: Assefa buscando novamente o recorde mundial e Pfeiffer tentando estabelecer um novo recorde alemão.