A rapper Nanda Tsunami, dona do hit "P.I.T.T.Y", que virou trend no TikTok abriu o coração sobre sua rotina de beleza e estilo.
Nesta entrevista exclusiva, ela dá uma aula de autoestima. E deixa o recado: antes de tentar agradar qualquer pessoa, o foco precisa ser o amor-próprio.
Vem conferir esse papo completo!
Identidade e relação com o cabelo
Você tem uma presença muito forte nas redes e na música. Em que momento o cabelo entrou como parte importante da sua identidade?
Nanda Tsunami: A forma como eu me apresento já mostra de onde eu venho e o que eu acredito; é até político. A minha estética sempre foi uma extensão da minha expressão artística, desde a época em que eu fazia bijuterias na região da 25 de março para outras artistas usarem em clipes.
Seu cabelo já passou por várias fases. O que essas mudanças dizem sobre quem você é hoje?
Nanda Tsunami: Vejo os meus trabalhos e as minhas fases como uma "temporada da vida". Eu passei por um momento de descobrimento e autoconhecimento, e o meu visual acompanha as vivências, paixões e até os caos pelos quais eu passei para chegar nessa reconstrução pessoal de hoje.
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Foto: Reprodução/Instagram/@igoorbernardo.
Para você, o cabelo é mais estética ou forma de expressão?
Nanda Tsunami: É pura expressão. Como eu costumo dizer, a minha estética é um manifesto. Tudo faz parte da minha criatividade, que inclusive tem uma ligação muito forte com a minha espiritualidade e com a minha liberdade de ser diferente do que as pessoas esperam.
Como você enxerga o papel do cabelo na construção da autoestima, principalmente para meninas mais jovens?
Nanda Tsunami: O rap fala muito sobre autoestima, que é algo que a gente precisa construir para se expressar. Eu quero que as meninas mais novas entendam que, antes de entregar nosso amor para o outro (ou tentar agradar os outros), a gente precisa se amar primeiro.
Você acredita que assumir o próprio cabelo pode ser um ato de liberdade?
Totalmente. Eu mesma passei por muito tempo achando que não me encaixava na cena por gostar de funk, rap e pop ao mesmo tempo, e a minha autoestima só veio através das minhas vivências. Se assumir com consciência e não ter medo de inovar e de ser "real" é o que cria a verdadeira conexão com as pessoas.
A sua estética é muito marcante. Como você conecta cabelo, maquiagem e styling no seu visual?
Nanda Tsunami: Eu gosto do estilo maximalista. Para mim, a criatividade da moda sempre caminhou com a atitude do rap e a ousadia do funk. Eu uno tudo isso de forma muito consciente para que meu visual expresse exatamente o que sinto, prestando atenção em cada detalhe para me deleitar com o resultado.
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Foto: Reprodução/Instagram/@igoorbernardo.
Carreira, viralização & influência
A sua música "P.I.T.T.Y" viralizou e ganhou grande alcance nas redes. Como foi acompanhar esse crescimento acontecendo em tempo real?
Nanda Tsunami: Foi algo muito grandioso porque, no início, uma carreira musical me parecia algo muito distante. Ver o público abraçando as minhas faixas rapidamente foi muito forte, afinal, meu propósito sempre foi permitir que quem me escuta pudesse refletir e se curar.
Em que momento você percebeu que a música tinha se tornado um fenômeno digital?
Nanda Tsunami: Foi muito inesperado. Lançamos Pitty logo após o álbum É DISSO QUE EU ME ALIMENTO e o álbum estava indo super bem, mas do nada pitty começou a aparecer muito na minha FY, a galera me enviado com as meninas fazendo a trend… foi uma loucura.
Depois da viralização, qual foi o maior desafio: manter a relevância ou consolidar sua identidade artística?
Nanda Tsunami: Consolidar a minha identidade. O rap está crescendo porque as pessoas se cansam de ouvir sempre a mesma fórmula. Meu foco principal nesta nova fase da carreira é trabalhar com muita presença e consciência, prestando atenção ao que eu sinto para transformar os meus aprendizados de vida em arte autêntica.
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Foto: Reprodução/Instagram/@stefflima.
O quanto a sua imagem - incluindo o cabelo - contribui hoje para o seu posicionamento como artista?
Nanda Tsunami: Contribui demais. A atitude do meu visual mostra exatamente no que acredito, e dentro do rap feminino, que tem se tornado gigante no Brasil, as mulheres estão se impondo com sinceridade. A imagem transmite essa potência.
Você sente que hoje sua carreira vai além da música e também se tornou um negócio? Como enxerga isso?
Nanda Tsunami: Sim, na música temos vários processos burocráticos e não tem jeito, é como comandar uma empresa. Tem pessoas trabalhando, entregas, prazos… Tudo isso precisa ser levado muito a sério e com apoio de uma equipe.
Sua comunidade é muito engajada. O que mais te emociona na relação com quem te acompanha?
Nanda Tsunami: Eu já tive fã clube na adolescência e sei como é esse sentimento de fã. Gosto de ter essa relação próxima porque sinto que também me satisfaço como fã também.
Rotina de cuidados & relação com Salon Line
Como é a sua rotina de cuidados hoje? O que não pode faltar?
Nanda Tsunami: Minha rotina muda dependendo do momento, mas eu levo muito a sério o cuidado com os fios. Não pode faltar hidratação e finalização. Gosto de manter meu cabelo sempre com vida, com brilho e com movimento.
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Foto: Reprodução/Instagram/@men0r011_.
Quais são os seus produtos indispensáveis no cuidado com o cabelo?
Nanda Tsunami: Eu sou muito conectada com produtos que respeitam a textura do meu cabelo. Hoje, uso bastante produtos da Salon Line, principalmente para hidratação e definição, porque sinto que eles acompanham todas as fases do meu cabelo.
Você tem algum ritual de cuidado que virou essencial na sua rotina?
Nanda Tsunami: Virou um ritual mesmo, quase um backstage meu antes de entrar em cena. Eu começo tratando o cabelo como extensão do meu corpo e da minha energia, então, não é só sobre lavar, é sobre intenção.
Amo fazer uma boa hidratação com as máscaras da Salon Line, principalmente quando sinto que o fio precisa devolver vida.
Depois, na finalização, eu vou construindo o volume e a definição com creme para pentear e ativador de cachos, amassando com a mão, sentindo o cabelo responder. É muito sensorial para mim.
E tem um momento que eu não abro mão: finalizar com o perfume capilar da linha Xêrosa, porque aí eu sinto que tá completo, sabe? É quando o cabelo não só tá bonito, ele está com presença.
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Foto: Reprodução/Instagram/@nandatsunami.
Como você escolhe os produtos ideais para o seu cabelo em cada fase?
Nanda Tsunami: Eu trato meu cabelo como eu trato minha música: eu escuto o que ele tá pedindo. Tem fase que ele quer mais definição, mais controle, aí eu vou para linhas de definição mais potentes da Salon Line.
Em outros momentos, eu quero mais volume, mais movimento, mais atitude, então escolho produtos mais leves, que deixam o cabelo solto, mas ainda com identidade.
Também olho muito para saúde do fio, então intercalo com nutrição e hidratação mais profundas.
O que eu gosto da Salon Line é isso: consigo transitar entre essas versões de mim sem precisar "domar" meu cabelo, só potencializar o que ele já é.
O perfume também faz parte da sua assinatura?
Nanda Tsunami: Muito! Para mim, o cheiro é parte da experiência. No momento eu estou apaixonada por perfume capilar.
Não consigo mais viver sem (risos). O meu queridinho do momento é o da linha Xêrosa, de Salon Line.
Amo usar no dia a dia porque prolonga essa sensação de cuidado e ainda deixa o cabelo com uma identidade marcante.
O que não pode faltar no seu nécessaire quando o assunto é cabelo?
Nanda Tsunami: Meu nécessaire é quase um kit de sobrevivência (risos).
Não fico sem um bom creme pra pentear da Salon Line, porque ele resolve tudo — desde dar uma revitalizada no day after até controlar o frizz antes de subir no palco.
Também levo sempre um ativador de cachos para devolver definição quando o cabelo perde forma ao longo do dia.
E, claro, o perfume capilar da linha Xêrosa, porque pra mim cheiro é presença. Às vezes você nem vê o cabelo chegando, mas sente.
Como você cuida dos fios em meio à rotina intensa de shows?
Nanda Tsunami: Show desgasta muito. Luz, calor, movimento, então eu tenho que ser estratégica.
Antes de tudo, preparo o cabelo com produtos que criam uma base forte, geralmente uma boa finalização com creme e ativador da Salon Line para segurar definição e brilho mesmo com tudo acontecendo.
No pós-show, eu foco em recuperação: hidratação e nutrição pra devolver o que o fio perdeu. Aprendi a respeitar esse ciclo, porque meu cabelo também está vivendo tudo aquilo comigo no palco.
Como o seu cabelo interfere na sua autoestima hoje?
Nanda Tsunami: Total. Meu cabelo é uma extensão direta da minha confiança. Quando ele tá do jeito que eu gosto, com volume, definição, movimento, eu me sinto mais forte, mais presente.
E não é sobre perfeição, é sobre identidade. Usar produtos que valorizam a textura natural, como os da Salon Line, me ajudou a parar de tentar "corrigir" meu cabelo e começar a celebrá-lo. Isso muda tudo na forma como você se enxerga.
Que mensagem você deixaria para mulheres que estão passando pela transição capilar?
Nanda Tsunami: Tenha paciência com o seu processo e, principalmente, respeite o seu tempo. A transição não é só estética, é emocional também.
Tem dias que você vai amar, outros nem tanto, e tá tudo bem. O importante é entender que o seu cabelo natural não é algo que precisa ser domado, é algo que precisa ser cuidado.
Hoje existem muitas marcas, como a Salon Line, que ajudam nesse caminho, com produtos pensados justamente para valorizar cada curvatura. Permita-se redescobrir quem você é sem medo.
E quando você está de tranças, como mantém o cuidado com os fios?
Nanda Tsunami: Muita gente acha que trança é "pausa" de cuidado, mas, pra mim, é outra fase dele. Eu continuo cuidando do couro cabeludo, mantendo-o limpo e hidratado, porque é dali que tudo começa.
Uso produtos mais leves, que não pesem, mas que mantenham essa sensação de frescor e cuidado, e também gosto de borrifar um pouco de perfume capilar.
Quando tiro as tranças, aí sim faço um ritual mais profundo com hidratação para devolver toda a maciez e força dos fios.
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