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Autismo apresenta altas taxas de comorbidades; veja as 5 condições mais comuns

Estudos mostram que mais de 70% das pessoas no espectro possuem pelo menos um transtorno psiquiátrico associado

24 jun 2026 - 04h59
Autismo apresenta altas taxas de comorbidades; veja as 5 condições mais comuns
Autismo apresenta altas taxas de comorbidades; veja as 5 condições mais comuns
Foto: Google Gemini

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) raramente vem sozinho. Estudos mostram que o autismo possui altas taxas de comorbidades, o que significa que o indivíduo frequentemente apresenta outras condições associadas ao diagnóstico principal.

Os dados apontam que entre 70% e 80% dos autistas possuem pelo menos uma comorbidade psiquiátrica. Ao longo da vida, cerca de 60% desenvolverão um ou mais transtornos. Após alguns anos do diagnóstico, muitos apresentam múltiplas comorbidades simultaneamente.

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1. TDAH

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é extremamente comum no TEA. Os impactos dessa associação incluem impulsividade, hiperatividade, desatenção, prejuízo escolar, dificuldade social e piora da função executiva.

2. Ansiedade

O cérebro autista frequentemente vive em estado elevado de alerta. As dificuldades em prever situações, interpretar pessoas, lidar com mudanças e processar estímulos favorecem os transtornos de ansiedade. Isso pode causar isolamento, aumento das estereotipias, irritabilidade, piora sensorial, compulsões, rigidez extrema e crises emocionais.

3. Depressão

Especialmente em adolescentes e adultos com maior percepção social, o sofrimento emocional pode ser profundo. Fatores como exclusão, bullying, baixa autoestima, sensação de inadequação e fracassos sociais aumentam drasticamente o risco de depressão. Mulheres autistas possuem um risco ainda maior.

4. Distúrbios do sono

Entre 44% e 86% das pessoas com TEA apresentam alterações importantes do sono. Dormir mal afeta diretamente o funcionamento cerebral. As consequências incluem piora do comportamento, queda no aprendizado, aumento da irritabilidade, desatenção, compulsões e maior dificuldade terapêutica.

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5. Epilepsia

O TEA possui associação significativa com a epilepsia, especialmente em casos com deficiência intelectual. Em alguns indivíduos, alterações elétricas cerebrais, descargas epileptiformes e crises clínicas ou subclínicas podem coexistir com o autismo.

Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial e editado pelo nosso time de jornalistas.
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