1 de 24
O Festival de Loki é celebrado todos os anos em 31 de julho. A data homenageia um dos deuses mais conhecidos da mitologia nórdica e mantém viva, de forma simbólica, essa tradição cultural.
Foto: domínio público/wikimedia commons
2 de 24
Conhecido por sua astúcia, inteligência e capacidade de se transformar em qualquer coisa, Loki é frequentemente retratado como um deus travesso e enganador, mas também como um amigo leal e um poderoso aliado.
Foto: Divulgação
3 de 24
Nos últimos anos, diversos vestígios e relíquias da Era Viking, que também faz parte da cultura nórdica, vêm sendo descobertos na Escandinávia.
Foto: pixabay
4 de 24
Arqueólogos da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia encontraram vestígios de um navio viking datado do século 8. Acredita-se que a embarcação tinha entre 39 e 46 pés (12 e 14 metros).
Foto: Divulgação P.H.Sommerschild/Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia.
5 de 24
Em março de 2024, o britânico Trevor Penny, uma espécie de caçador de relíquias, encontrou uma espada de origem viking que, segundo especialistas, deve ter cerca de 2 mil anos.
Foto: Reprodução Facebook
6 de 24
No Reino Unido, há uma lei que exige a entrega de objetos com mais de 300 anos para as instituições que cuidam da história. A espada estava no Rio Cherwell, afluente do famoso Rio Tamisa, na região central.
Foto: Reprodução Facebook
7 de 24
Em fevereiro de 2024, arqueólogos da Universidade de Stavanger descobriram uma construção que teria sido um mercado da Era Viking na Ilha de Klosterøy, na costa sudoeste da Noruega.
Foto: Domínio público
8 de 24
Em agosto de 2023, duas cruzes da Era Viking foram encontradas em uma igreja na Ilha de Man, entre a Inglaterra e a Irlanda.
Foto: Reprodução do vídeo da BBC News
9 de 24
Os itens ficaram evidentes após uma parede da catedral cair durante uma tempestade. Depois de uma análise minuciosa, a avaliação indicou que os artefatos permaneciam no local por 200 anos sem serem percebidos.
Foto: Reprodução do vídeo da BBC News
10 de 24
Aliás, segundo especialistas do Manx National Heritage, a pedra que compõe os objetos possui mais de mil anos. Além disso, ressaltaram que as cruzes são uma das maiores heranças da fé cristã e da influência viking na região.
Foto: Reprodução do vídeo da BBC News
11 de 24
Os vikings eram um povo de origem germânica que surgiu na região da Escandinávia. Eles se transformaram em guerreiros, exploradores e piratas nórdicos.
Foto: reprodução
12 de 24
Eles expandiram seu território graças a incursões em navios conhecidos como dracares. O período conhecido como “Era Viking” foi entre os séculos 8 e 11.
Foto: Max Naylor - Wikimédia Commons
13 de 24
A sua primeira grande investida teve como alvo as ilhas britânicas e os ataques se tornaram frequentes. A propósito, os vikings conseguiram dominar a maior parte da Irlanda e da Inglaterra, chegando próximo à Escócia.
Foto: Creative Commons
14 de 24
Essa movimentação foi imprescindível para esse povo escandinavo influenciar na formação da população britânica e irlandesa.
Foto: Jhoan Cordoba por Pixabay
15 de 24
Os principais alvos dos vikings durante as incursões eram os mosteiros e igrejas. Assim, os clérigos propagaram uma má reputação dos vikings como violentos e bárbaros.
Foto: Divulgação
16 de 24
O monge inglês Alcuíno (no meio) chegou a declarar que esse povo nórdico era um castigo divino por sua estratégia de expandir seu território através de ataques, embora, ao longo da história, cristãos também tenham agido com violência em muitos momentos. Posteriormente, os vikings planejaram dominar outras áreas da Europa como a Frância Ocidental.
Foto: Fulda / Wikimedia Commons
17 de 24
Após algumas tentativas, em 845, os exploradores tiveram sucesso e impuseram ao rei Carlos, o Calvo, o pagamento de impostos. Assim, o líder da Frância cedeu a região da Normandia ao povo nórdico. Por sinal, o nome vem da palavra “nordmanni”, que significa homens do norte (alusão aos vikings). Como retribuição, eles contribuíram na defesa do literal francês.
Foto: Fobos92 / Wikimedia Commons
18 de 24
O povo viking adotava uma religião politeísta, ou seja, a crença em vários deuses como, por exemplo, Odin (foto), Thor e o próprio Loki. Os historiadores nomearam a crença deles como “paganismo nórdico”.
Foto: Victor Villalobos - Wikimédia Commons
19 de 24
A propósito, o culto aos deuses com os vikings ocorria de forma coletiva, em determinados períodos do ano. Um exemplo disso é o Yule, para solicitar boas colheitas.
Foto: Domínio Público / Wikimedia Commons
20 de 24
O evento, no solstício de inverno, tinha uma sequência de sacrifícios aos deuses. Alguns estudiosos apontam que o Yule ocorria para homenagear os mortos. Outros dizem que era uma celebração para assegurar fertilidade e sobrevivência durante o rigoroso inverno.
Foto: Ernst Keil's Nachfolger / Wikimedia Commons
21 de 24
Depois do contato com os vikings, os cristãos se apoderaram da cerimônia para criar o Natal, festividade que celebra o nascimento de Jesus Cristo. A partir do século 10, a religião do povo nórdico foi enfraquecendo e passou por uma cristianização.
Foto: Maria Ioannidi por pixabay
22 de 24
A sociedade viking era dividida por classes. A autoridade máxima era o rei ou konungr (foto) e seu poder era hereditário, permanecia na família, mas não necessariamente com seus filhos.
Foto: Reprodução MGM Television
23 de 24
Já os homens livres ou karls eram os camponeses que eram comerciantes e fazendeiros. A classe mais baixa era formada por escravos, vistos como propriedade de outras pessoas como consequência da guerra ou de dívidas.
Foto: Martin Mörck / Arne List / Wikimedia Commons
24 de 24
A agricultura era a principal ocupação e base de subsistência dos povos vikings. O artesanato também tinha destaque, assim como o comércio marítimo.
Foto: Flickr Martin Højbjerg
TAGS