Até 23% da Geração Z admite sofrer de telefobia, um medo irracional de falar ao telefone que leva os jovens a evitar atender chamadas e a realizá-las por todos os meios possíveis. Onde muitos veem uma condição que os afasta de uma prática ainda bastante presente no nosso dia a dia — mesmo com o surgimento de novas tecnologias e canais de comunicação — o Google viu uma oportunidade de negócio.
Diante dessa necessidade de comunicação assíncrona — ou seja, de enviar uma mensagem de áudio ou texto sem precisar lidar com a urgência de uma resposta imediata, como ocorre em uma conversa tradicional — o Google poderia facilmente ter investido em soluções para ajudar os jovens a superar esse medo. Mas a resposta foi justamente a oposta: aproveitar essa vulnerabilidade da Geração Z para mantê-la ainda mais conectada à sua plataforma.
O Google vem ao resgate da Geração Z
Com a ajuda de seus assistentes virtuais, a proposta é que a inteligência artificial do Google ligue para um restaurante para reservar uma mesa, pergunte o preço das vacinas do seu animal de estimação ou trate de qualquer outro assunto comercial cotidiano. O conceito, atualmente disponível apenas nos Estados Unidos, é tão simples quanto parece.
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