Assaltantes armados são suspeitos de terem abordado o navio-tanque de produtos químicos Asana na costa sul do Iêmen, no Golfo de Áden, na sexta-feira, e podem estar no controle da embarcação, segundo fontes de segurança marítima.
Com base em avaliações iniciais, o incidente parece estar relacionado à pirataria somali, e não à milícia houthi do Iêmen, alinhada ao Irã, afirmou uma das fontes de segurança marítima.
O pequeno navio-tanque, cuja bandeira não foi confirmada, tinha indicado o porto somali de Bosaso como seu próximo destino, segundo dados de rastreamento de navios.
Esforços estavam em andamento para prestar assistência ao navio-tanque Asana e determinar as circunstâncias do ocorrido, disse uma autoridade da missão naval Aspides da União Europeia, que atua na região do Mar Vermelho e do Golfo de Áden.
Um navio de guerra sul-coreano estava na área, disse a autoridade à Reuters.
"Detalhes sobre o número de assaltantes, as circunstâncias do abordamento e a situação da embarcação e da tripulação permanecem obscuros", afirmou o grupo britânico de gestão de riscos marítimos Vanguard.
O Irã pediu aos houthis do Iêmen que se preparassem para fechar a rota de petróleo do Mar Vermelho caso os Estados Unidos atacassem a infraestrutura energética iraniana, informaram fontes à Reuters na quinta-feira, o que representa uma nova e grave ameaça ao abastecimento energético global.