Mulher morre ao pular de janela de prédio na Itália com três filhos nos braços

Duas das crianças perderam a vida, enquanto a terceira está em estado gravíssimo

22 abr 2026 - 10h29
(atualizado às 10h52)

Uma mulher de 46 anos saltou do terceiro andar de um prédio com três filhos nos braços, na manhã desta quarta-feira (22), em Catanzaro, em uma tragédia que chocou o sul da Itália.

Mulher e duas crianças morreram no local
Mulher e duas crianças morreram no local
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Segundo as autoridades locais, a mãe e duas crianças pequenas ? uma de 4 anos e outra de quatro meses ? morreram no local. A terceira, uma menina de 5 anos, foi socorrida em estado gravíssimo e permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital da região.

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A principal linha de investigação aponta para um caso de suicídio seguido de homicídio múltiplo. As autoridades trabalham com a hipótese de um ato deliberado.

Equipes da Unidade Móvel, sob coordenação do Ministério Público, iniciaram uma investigação detalhada para esclarecer as circunstâncias do ocorrido. Entre os focos do inquérito estão o histórico de saúde da mulher, incluindo possíveis antecedentes psiquiátricos, e seus relacionamentos pessoais.

Em nota, o Ministério Público informou que a mulher já havia apresentado problemas de saúde mental no passado. Ainda assim, os investigadores seguem apurando todas as possibilidades para descartar completamente a participação de terceiros ? hipótese que, até o momento, não é considerada provável.

Imagens de câmeras de segurança da região estão sendo analisadas para ajudar a reconstruir a dinâmica dos acontecimentos.

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De acordo com relatos iniciais, quando as equipes de resgate chegaram ao local, a mulher ainda segurava um terço.

O marido da vítima estava no apartamento no momento da tragédia. Segundo testemunhas, ele dormia e não percebeu o que estava acontecendo. Após ouvir ruídos e notar a ausência da família, desceu até a rua, onde se deparou com a cena.

A perícia foi realizada no local pela promotora Graziella Viscomi, acompanhada da diretora da Divisão de Investigação Criminal, Rosaria Di Blasi, e por especialistas da polícia científica, que coletaram evidências para auxiliar na investigação. 

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