O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, publicou nesta quinta-feira, 23, um vídeo que, segundo ele, registra ataques a um hospital iraniano em 1º de março, no segundo dia do conflito contra Estados Unidos e Israel.
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Embora não tenha citado o nome da unidade de saúde, Pezeshkian mencionou Neda Salimi, que, de acordo com a mídia iraniana, trabalhava como enfermeira no Hospital Khatam al-Anbiya e teria tentado salvar crianças durante o bombardeio.
"O que é capturado nas imagens de algumas câmeras de vigilância é apenas um vislumbre insignificante dos sacrifícios e da devoção dos queridos filhos do Irã”, descreve o presidente na publicação em seu perfil no X.
Pezeshkin se refere a enfermeira também como “filha”. “Minha querida filha Neda Salimi, agradeço a você e a todos aqueles que permaneceram firmes ao lado do Irã", acrescenta.
آنچه در تصاویر برخی دوربینهای مدار بسته ثبت میشود تنها گوشه ناچیزی از جانفشانیها و فداکاریهای فرزندان عزیز ایران است.
دختر عزیزم ندا سلیمی از شما و همه آنان که جانانه پای کار ایران ایستادهاند تشکر میکنم. pic.twitter.com/t36391Z7Uo
— Masoud Pezeshkian (@drpezeshkian) April 23, 2026
Em 2 de março, dia seguinte ao ataque, o presidente iraniano pediu que os Estados Unidos e Israel fossem responsabilizados. No entanto, nem os EUA nem Israel confirmaram ser responsáveis pelo bombardeio contra um hospital que fica em Teerã, a capital do país.
"Um ataque a um hospital é um ataque à vida", escreveu Masoud Pezeshkian no X, logo após o ataque.