Igreja no Peru diz que visita do Papa será oportunidade de promover paz

Leão XIV fará 1ª viagem pela América Latina desde que assumiu trono de Pedro em novembro

10 ago 2026 - 12h18
(atualizado às 12h27)

A Igreja Católica no Peru recebeu com "grande alegria" o anúncio da visita do papa Leão XIV ao país, prevista para ocorrer entre 11 e 17 de novembro, durante uma viagem apostólica pela América Latina que também incluirá o Uruguai e a Argentina.

Papa deve passar por Lima, Chiclayo, Cusco e Pucallpa
Papa deve passar por Lima, Chiclayo, Cusco e Pucallpa
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O bispo Carlos García Camader, presidente da Conferência Episcopal Peruana, destacou que a passagem do Pontífice pela nação representa uma oportunidade de promover a paz, a reconciliação e a esperança entre os peruanos.

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Em sua viagem ao Peru, Leão XIV deverá passar por Lima, Chiclayo, Cusco e Pucallpa. Segundo García Camader, a presença do Pontífice poderá contribuir para fortalecer a unidade nacional em um momento marcado por desafios.

"Esperamos que seja um tempo de paz, compreensão e fraternidade, mas também de uma visão melhor sobre como colaborar para o bem comum do nosso país", afirmou o presidente da Conferência Episcopal Peruana aos meios de comunicação do Vaticano.

Esta será a primeira viagem de Robert Prevost à América do Sul desde que assumiu o comando da Igreja Católica, em maio de 2025.

De acordo com o itinerário divulgado, o Pontífice estará no Uruguai entre os dias 6 e 8 de novembro, com passagens por Montevidéu, Paysandú e Florida. Em seguida, visitará a Argentina, de 8 a 11 de novembro, quando cumprirá agenda em Buenos Aires, Córdoba e Luján. A última etapa da viagem pela América Latina será no Peru, de 11 a 17.

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Recentemente, a recém-eleita presidente Keiko Fujimori anunciou que o governo cooperará plenamente com a Conferência Episcopal Peruana nos preparativos para a visita, descrevendo-a como "uma grande alegria" para a nação sul-americana.

Robert Prevost atuou como missionário no Peru nas décadas de 1980 e 1990 e retornou ao país em 2015, como bispo de Chiclayo, após mais de uma década no comando da Ordem de Santo Agostinho.

Naquele mesmo ano, tornou-se cidadão peruano. Ele deixou a nação andina em 2023, quando foi nomeado pelo então papa Francisco como prefeito do Dicastério para os Bispos. 

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