A Espanha não reconhecerá uma intervenção dos Estados Unidos na Venezuela que viole o direito internacional, disse o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, neste sábado, depois que as forças dos EUA capturaram o presidente venezuelano de longa data, Nicolás Maduro, em uma operação noturna.
"A Espanha não reconheceu o regime de Maduro. Mas tampouco reconhecerá uma intervenção que viole o direito internacional e empurre a região para um horizonte de incerteza e beligerância", escreveu Sánchez no X, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que os EUA administrariam o país sul-americano até que uma transição "segura" fosse concluída.
Sánchez também pediu a todas as partes que "pensem na população civil, respeitem a Carta das Nações Unidas e articulem uma transição justa e dialogada".