Tremembé abriga condenados pelos casos Nardoni e Richthofen

Ex-presidente está preso em Curitiba, mas nesta quarta-feira foi determinada sua transferência para o presídio de Tremembé, em São Paulo

7 ago 2019 - 13h34
(atualizado às 14h50)
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpre pena de mais de oito anos de prisão
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpre pena de mais de oito anos de prisão
Foto: DW / Deutsche Welle

Na manhã desta quarta-feira, 7, foi determinada a transferência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de Curitiba para São Paulo, onde ele deverá ser enviado para a Penitenciária Doutor José Augusto César Salgado, em Tremembé, interior do estado. O presídio abriga nomes responsáveis por alguns dos casos mais midiáticos do País, como o assassinato de Isabella Nardoni, do casal Richthofen e o sequestro de Eloá Cristina.

Abaixo, confira outros presidiários que cumprem pena em Tremembé:

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Alexandre Nardoni: condenado em 2010 pelo assassinato da filha, Isabella Nardoni, que foi jogada por ele e a esposa, Anna Carolina Jatobá, de uma janela do sexto andar, em São Paulo.O casal está preso no complexo de Tremembé.

Cristian Cravinhos: ao lado do irmão, Daniel Cravinhos, Cristian foi condenado em 2002 pelo assassinato dos pais de Suzane von Richthofen, Manfred e Marísia. Em 2018, ele recebeu pena adicional de quatro anos, por tentativa de suborno a policiais. Suzane também está cumprindo pena no complexo de Tremembé.

Guilherme Longo: foi condenado e 2013 pelo assassinato do enteado, Joaquim, de apenas três anos. ele teria assassinado o garoto com insulina e, posteriormente, jogado seu corpo no Rio Pardo, em Sorocaba, interior de São Paulo. A mãe de Joaquim, a psicóloga Natália Mingone Ponte, também está no complexo penitenciário.

Mizael Bispo: condenado em 2010 a 20 anos de reclusão pelo assassinato de Mércia Nakashima. Inconformado com o fim de seu relacionamento com o vítima, o ex-policial militar deu um tiro no queixo de Mércia, trancou-a no carro e o atirou na represa de Nazaré Paulista, com ela ainda viva.

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Limdemberg Alves: responsável pelo assassinato de Eloá Cristina, em 2008. O caso ficou conhecido nacionalmente e se tornou o sequestro em cárcere privado já registrado pela polícia do estado de São Paulo. Em 2012, Alves foi condenado a 98 anos e 10 meses de prisão.

Elize Matsunaga: condenada em 2012 pelo assassinato e esquartejamento do marido, Marcos Matsunaga, executivo da Yoki. Na época, Elize despejou os restos mortais do cônjuge em uma mala e abandonou a bagagem em Cotia.

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