Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro empatam na liderança da rejeição com 46%

Pesquisa aponta que quase metade do eleitorado recusa o petista e o senador do PL para a Presidência

11 set 2026 - 18h58
(atualizado às 18h59)
Resumo
Pesquisa Datafolha aponta empate técnico na liderança da rejeição presidencial entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro, ambos com 46%. Em seguida aparecem Renan Santos (17%), Romeu Zema (16%), Ronaldo Caiado (14%) e Augusto Cury (10%). O levantamento ouviu 2.002 eleitores entre 8 e 10 de setembro, com margem de erro de dois pontos, em meio a tensões políticas provocadas por investigações da PF envolvendo o STF.
Lula e Flávio estão empatados na rejeição
Lula e Flávio estão empatados na rejeição
Foto: Pedro Kirilos/Wilton Junior/Estadão / Estadão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro registram 46% de rejeição entre os eleitores, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 11. O percentual representa a parcela da população que afirma não votar nos nomes de forma alguma na disputa pelo Palácio do Planalto.

Na rodada anterior do levantamento, o parlamentar do PL somava 47% de recusa, enquanto o petista marcava 45%, mantendo o quadro de empate técnico entre ambos dentro do intervalo estatístico.

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Qual é a rejeição dos outros pré-candidatos?

Renan Santos aparece na terceira colocação com 17% de rejeição. Na sequência do levantamento figuram Romeu Zema com 16%, Ronaldo Caiado com 14% e Augusto Cury com 10% da aversão do eleitorado.

Quais são os dados técnicos da pesquisa?

O instituto Datafolha entrevistou 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro da amostragem é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01833/2026.

O cenário eleitoral ocorre em meio às apurações da Polícia Federal sobre o caso Master, que envolve mensagens trocadas entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O episódio gerou divergências na Corte com a decisão do ministro André Mendonça de retirar o sigilo dos autos, pauta que vem sendo utilizada por presidenciáveis de direita para pressionar o tribunal, enquanto o Palácio do Planalto adota postura de distanciamento das discussões.

Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial e editado pelo nosso time de jornalistas.
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