Nem China, nem Índia: o pior país para se trabalhar fica na América do Sul e o motivo revela um verdadeiro colapso corporativo

Relatório internacional avaliou 151 países e revelou qual deles está entre os ambientes mais desfavoráveis para trabalhadores e sindicatos

5 jun 2026 - 11h39
Animação produzida por IA de uma pessoa triste trabalhando em cima da mesa
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Foto: chatgpt / Xataka

Cada país costuma ser associado a alguma característica quando o assunto é mercado de trabalho. A China é conhecida por longas jornadas e alta competitividade profissional. Já a Índia costuma ser lembrada pela enorme disputa por vagas e pelos desafios enfrentados por parte dos trabalhadores. Por isso, muita gente imagina que um desses países lideraria o ranking de pior país relacionado às condições de trabalho. Mas a realidade é outra: segundo um levantamento internacional, a Argentina acaba de entrar para a lista dos 10 piores países do mundo para trabalhadores.

O dado faz parte do Índice Global dos Direitos, elaborado pela Confederação Sindical Internacional (CSI), que avalia as condições de proteção aos trabalhadores em 151 países. No relatório mais recente, a Argentina foi rebaixada para a categoria mais crítica da classificação, reservada a locais onde os direitos trabalhistas enfrentam falhas graves de proteção e garantia.

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Argentina sofreu uma das quedas mais rápidas já registradas no ranking

A surpresa não está apenas no fato de a Argentina ter entrado para a lista dos piores países do mundo para trabalhar, mas na velocidade com que isso aconteceu. Segundo a CSI, o país despencou da categoria 3 para a categoria 5, a mais baixa do índice, e isso tudo em apenas dois anos, uma queda vista como incomum pelo levantamento. De acordo com o relatório, essa piora está relacionada a tais fatores:

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