Professor brasileiro que havia desaparecido na Argentina é encontrado morto

Sumiço de goiano em Buenos Aires mobilizou familiares e autoridades

20 abr 2026 - 13h10
(atualizado às 14h47)
Professor brasileiro Danilo Neves Pereira, de 35 anos, desapareceu na Argentina após sair para encontro
Professor brasileiro Danilo Neves Pereira, de 35 anos, desapareceu na Argentina após sair para encontro
Foto: Reprodução/TV Globo

O professor de inglês Danilo Neves Pereira, de 35 anos, que havia desaparecido em Buenos Aires, na Argentina, após sair para um encontro, foi achado morto nesta segunda-feira, 20. 

A informação foi divulgada pelo jornal argentino Clarín, após fontes policiais locais revelarem atualizações das buscas. A Divisão Procurada de Pessoas da Polícia da Cidade havia recebido um requerimento para tentar encontrar Danilo. 

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De acordo com o jornal, o professor havia sido internado sem identificação no hospital Ramos Mejía, por uma "descompensação". Ainda de acordo com o Clarin, Danilo havia morrido no último dia 15, mas somente agora foi identificado.

Morador da capital argentina há cerca de seis meses, ele havia se mudado do Brasil para concluir o doutorado em linguística aplicada. Danilo também atuou por mais de uma década como professor no Centro de Línguas da Universidade Federal de Goiás (UFG).

Amigos relataram à TV Globo que o último contato de Danilo ocorreu por uma mensagem, quando o professor avisou que encontraria um chileno que ele havia conhecido em um aplicativo de relacionamentos e que tinha parado de responder mensagens. A última informação foi a localização com o endereço do homem, um local que fica no centro da capital argentina.

Um amigo de Danilo ouvido pelo jornal La Nación afirmou que conseguiu encontrar e conversar com o "jovem chileno" com quem o professor desaparecido estava antes de desaparecer, e que ele lhe contou que o brasileiro saiu do local após "uma pequena discussão, mais ou menos na mesma hora em que enviou a última mensagem".

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O Ministério das Relações Exteriores confirmou que o Consulado do Brasil na cidade foi acionado e presta assistência ao caso.

"Em casos dessa natureza, os consulados orientam amigos/familiares ao contato com polícia e autoridades locais, mas não tem competência para iniciar ou acompanhar investigações", diz a nota enviada ao Terra neste domingo, 19. 

Fonte: Portal Terra
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