No segundo turno, a Polícia Federal registrou oito termos circunstanciados e conduziu 16 pessoas por crimes como propaganda irregular, violação do sigilo do voto e desobediência. A corporação também investiga a agressão a uma vereadora do PT em Montes Claros (MG). No total anual, a PF instaurou 1.610 inquéritos eleitorais e apreendeu R$ 51,9 milhões. Segundo o Ministério da Justiça, o pleito segue tranquilo, com 58 ocorrências suspeitas contabilizadas até o momento.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou à imprensa neste domingo que a instituição já registrou oito termos circunstanciados de ocorrência e conduziu 16 pessoas por suspeita de crime eleitoral desde a abertura das urnas no segundo turno.
Segundo Rodrigues, as ocorrências mais frequentes têm sido de propaganda eleitoral irregular, violação do sigilo do voto e desobediência. No ano de 2026, a instituição instaurou 1.610 inquéritos relacionados a crimes eleitorais, dos quais mais de 92% foram solucionados. A PF também apreendeu R$ 51,9 milhões em dinheiro e bens, segundo Rodrigues. "Isso mostra o esforço operacional que fizemos desde as últimas eleições", marcou.
Rodrigues afirmou que a PF vai instaurar inquérito para apurar o caso de agressão a uma vereadora do PT em um ato pró-Lula na cidade de Montes Claros (MG). Segundo o diretor, a vítima foi ouvida nesta manhã. Já um suposto caso envolvendo falta de ônibus em Salvador (BA) ainda não foi comunicado à instituição, segundo Rodrigues.
Representando o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia, avaliou que o presente pleito está "bastante tranquilo", com 58 ocorrências suspeitas de crime eleitoral até o momento.