Resumo
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a progressão para o regime semiaberto de Débora Rodrigues dos Santos, a "Débora do Batom", que estava em prisão domiciliar. Condenada por crimes como golpe de Estado e associação criminosa armada, ela participou dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando pichou a frase "Perdeu, mané" com batom na estátua da Justiça, em frente ao Supremo.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a progressão para o regime semiaberto de Débora Rodrigues dos Santos, a "Débora do Batom", que estava em prisão domiciliar. Condenada por crimes como golpe de Estado e associação criminosa armada, ela participou dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando pichou a frase "Perdeu, mané" com batom na estátua da Justiça, em frente ao Supremo.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira, 6, que a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como "Débora do Batom", passe a cumprir pena no regime semiaberto.
Débora foi condenada pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.
Segundo as investigações, ela pichou a frase "Perdeu, mané" com um batom na estátua, que fica em frente à sede do STF, durante os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Débora está em prisão domiciliar desde março de 2025.