Em debate ao Senado promovido pela Rádio ABC, Manuela D'Ávila (PSOL) e Marcel van Hattem (Novo) protagonizaram um tenso confronto. O embate iniciou com perguntas sobre maioridade penal e escalou para acusações mútuas envolvendo ameaças à filha de Manuela, suposta ligação de doador com lavagem de dinheiro para facção criminosa, fake news e misoginia. A discussão terminou com ofensas pessoais, com Manuela chamando o rival de "guri" e Van Hattem afirmando que a adversária fugia das respostas.
Manuela D'Ávila (PSOL) e Marcel van Hattem (Novo) protagonizaram o primeiro bate-boca durante o debate ao Senado, realizado nesta quManuela D'Ávila (PSOL) e Marcel van Hattem (Novo) protagonizaram o primeiro bate-boca entre os dois durante o debate ao Senado, realizado nesta quinta-feira, em evento da Rádio ABC. A discussão começou quando Van Hattem perguntou se Manuela era favorável à redução da maioridade penal.
Na resposta, Manuela afirmou que conhecia Van Hattem há muito tempo e fez críticas ao comportamento político do adversário. Ela também mencionou episódios de perseguição que, segundo ela, sofreu quando era deputada e citou ameaças recebidas após imagens de sua filha terem sido compartilhadas por um ex-chefe de gabinete de Van Hattem. Em seguida, questionou o candidato sobre um caso de crime sexual envolvendo um professor da rede municipal de Dois Irmãos, cidade natal de Van Hattem.
Van Hattem voltou a questionar a posição de Manuela sobre a maioridade penal. Ela, por sua vez, perguntou se ele apoiava uma nova lei de enfrentamento aos crimes financeiros e citou bancos que, segundo ela, receberiam e lavariam dinheiro do PCC. Van Hattem respondeu que era favorável à medida e afirmou ter apoiado a Lei Antifacção, questionando por que o PSOL teria votado contra a legislação.
O debate esquentou quando Manuela mencionou um doador da campanha de Van Hattem e sua relação com um banco investigado por lavagem de dinheiro para o PCC. O candidato respondeu acusando Manuela de ter sido condenada por divulgar fake news e questionou o posicionamento do PSOL sobre as "saidinhas". Os dois também discutiram sobre o suplente de Manuela, com acusações relacionadas a misoginia. O bate-boca terminou com Manuela chamando Van Hattem de "guri", enquanto ele afirmou que ela não respondia às perguntas feitas durante o debate.inta-feira, em evento da Rádio ABC. A discussão começou quando Van Hattem perguntou se Manuela era favorável à redução da maioridade peManuela D'Ávila (PSOL) e Marcel van Hattem (Novo) protagonizaram o primeiro bate-boca entre os dois durante o debate ao Senado, realizado nesta quinta-feira, em evento da Rádio ABC. A discussão começou quando Van Hattem perguntou se Manuela era favorável à redução da maioridade penal.
Na resposta, Manuela afirmou que conhecia Van Hattem há muito tempo e fez críticas ao comportamento político do adversário. Ela também mencionou episódios de perseguição que, segundo ela, sofreu quando era deputada e citou ameaças recebidas após imagens de sua filha terem sido compartilhadas por um ex-chefe de gabinete de Van Hattem. Em seguida, questionou o candidato sobre um caso de crime sexual envolvendo um professor da rede municipal de Dois Irmãos, cidade natal de Van Hattem.
Van Hattem voltou a questionar a posição de Manuela sobre a maioridade penal. Ela, por sua vez, perguntou se ele apoiava uma nova lei de enfrentamento aos crimes financeiros e citou bancos que, segundo ela, receberiam e lavariam dinheiro do PCC. Van Hattem respondeu que era favorável à medida e afirmou ter apoiado a Lei Antifacção, questionando por que o PSOL teria votado contra a legislação.
O debate esquentou quando Manuela mencionou um doador da campanha de Van Hattem e sua relação com um banco investigado por lavagem de dinheiro para o PCC. O candidato respondeu acusando Manuela de ter sido condenada por divulgar fake news e questionou o posicionamento do PSOL sobre as "saidinhas". Os dois também discutiram sobre o suplente de Manuela, com acusações relacionadas a misoginia. O bate-boca terminou com Manuela chamando Van Hattem de "guri", enquanto ele afirmou que ela não respondia às perguntas feitas durante o debate.Manuela D'Ávila (PSOL) e Marcel van Hattem (Novo) protagonizaram o primeiro bate-boca entre os dois durante o debate ao Senado, realizado nesta quinta-feira, em evento da Rádio ABC. A discussão começou quando Van Hattem perguntou se Manuela era favorável à redução da maioridade penal.
Na resposta, Manuela afirmou que conhecia Van Hattem há muito tempo e fez críticas ao comportamento político do adversário. Ela também mencionou episódios de perseguição que, segundo ela, sofreu quando era deputada e citou ameaças recebidas após imagens de sua filha terem sido compartilhadas por um ex-chefe de gabinete de Van Hattem. Em seguida, questionou o candidato sobre um caso de crime sexual envolvendo um professor da rede municipal de Dois Irmãos, cidade natal de Van Hattem.
Van Hattem voltou a questionar a posição de Manuela sobre a maioridade penal. Ela, por sua vez, perguntou se ele apoiava uma nova lei de enfrentamento aos crimes financeiros e citou bancos que, segundo ela, receberiam e lavariam dinheiro do PCC. Van Hattem respondeu que era favorável à medida e afirmou ter apoiado a Lei Antifacção, questionando por que o PSOL teria votado contra a legislação.
O debate esquentou quando Manuela mencionou um doador da campanha de Van Hattem e sua relação com um banco investigado por lavagem de dinheiro para o PCC. O candidato respondeu acusando Manuela de ter sido condenada por divulgar fake news e questionou o posicionamento do PSOL sobre as "saidinhas". Os dois também discutiram sobre o suplente de Manuela, com acusações relacionadas a misoginia. O bate-boca terminou com Manuela chamando Van Hattem de "guri", enquanto ele afirmou que ela não respondia às perguntas feitas durante o debate.Manuela D'Ávila (PSOL) e Marcel van Hattem (Novo) protagonizaram o primeiro bate-boca entre os dois durante o debate ao Senado, realizado nesta quinta-feira, em evento da Rádio ABC. A discussão começou quando Van Hattem perguntou se Manuela era favorável à redução da maioridade penal.
Na resposta, Manuela afirmou que conhecia Van Hattem há muito tempo e fez críticas ao comportamento político do adversário. Ela também mencionou episódios de perseguição que, segundo ela, sofreu quando era deputada e citou ameaças recebidas após imagens de sua filha terem sido compartilhadas por um ex-chefe de gabinete de Van Hattem. Em seguida, questionou o candidato sobre um caso de crime sexual envolvendo um professor da rede municipal de Dois Irmãos, cidade natal de Van Hattem.
Van Hattem voltou a questionar a posição de Manuela sobre a maioridade penal. Ela, por sua vez, perguntou se ele apoiava uma nova lei de enfrentamento aos crimes financeiros e citou bancos que, segundo ela, receberiam e lavariam dinheiro do PCC. Van Hattem respondeu que era favorável à medida e afirmou ter apoiado a Lei Antifacção, questionando por que o PSOL teria votado contra a legislação.
O debate esquentou quando Manuela mencionou um doador da campanha de Van Hattem e sua relação com um banco investigado por lavagem de dinheiro para o PCC. O candidato respondeu acusando Manuela de ter sido condenada por divulgar fake news e questionou o posicionamento do PSOL sobre as "saidinhas". Os dois também discutiram sobre o suplente de Manuela, com acusações relacionadas a misoginia. O bate-boca terminou com Manuela chamando Van Hattem de "guri", enquanto ele afirmou que ela não respondia às perguntas feitas durante o debate.nal.
Na resposta, Manuela afirmou que conhecia Van Hattem há muito tempo e fez críticas ao comportamento político do adversário. Ela também mencionou episódios de perseguição que, segundo ela, sofreu quando era deputada e citou ameaças recebidas após imagens de sua filha terem sido compartilhadas por um ex-chefe de gabinete de Van Hattem. Em seguida, questionou o candidato sobre um caso de crime sexual envolvendo um professor da rede municipal de Dois Irmãos, cidade natal de Van Hattem.
Manuela D'Ávila (PSOL) e Marcel van Hattem (Novo) protagonizaram o primeiro bate-boca entre os dois durante o debate ao Senado, realizado nesta quinta-feira, em evento da Rádio ABC. A discussão começou quando Van Hattem perguntou se Manuela era favorável à redução da maioridade penal.
Na resposta, Manuela afirmou que conhecia Van Hattem há muito tempo e fez críticas ao comportamento político do adversário. Ela também mencionou episódios de perseguição que, segundo ela, sofreu quando era deputada e citou ameaças recebidas após imagens de sua filha terem sido compartilhadas por um ex-chefe de gabinete de Van Hattem. Em seguida, questionou o candidato sobre um caso de crime sexual envolvendo um professor da rede municipal de Dois Irmãos, cidade natal de Van Hattem.
Van Hattem voltou a questionar a posição de Manuela sobre a maioridade penal. Ela, por sua vez, perguntou se ele apoiava uma nova lei de enfrentamento aos crimes financeiros e citou bancos que, segundo ela, receberiam e lavariam dinheiro do PCC. Van Hattem respondeu que era favorável à medida e afirmou ter apoiado a Lei Antifacção, questionando por que o PSOL teria votado contra a legislação.
O debate esquentou quando Manuela mencionou um doador da campanha de Van Hattem e sua relação com um banco investigado por lavagem de dinheiro para o PCC. O candidato respondeu acusando Manuela de ter sido condenada por divulgar fake news e questionou o posicionamento do PSOL sobre as "saidinhas". Os dois também discutiram sobre o suplente de Manuela, com acusações relacionadas a misoginia. O bate-boca terminou com Manuela chamando Van Hattem de "guri", enquanto ele afirmou que ela não respondia às perguntas feitas durante o debate.
Van Hattem voltou a questionar a posição de Manuela sobre a maioridade penal. Ela, por sua vez, perguntou se ele apoiava uma nova lei de enfrentamento aos crimes financeiros e citou bancos que, segundo ela, receberiam e lavariam dinheiro do PCC. Van Hattem respondeu que era favorável à medida e afirmou ter apoiado a Lei Antifacção, questionando por que o PSOL teria votado contra a legislação.
O debate esquentou quando Manuela mencionou um doador da campanha de Van Hattem e sua relação com um banco investigado por lavagem de dinheiro para o PCC. O candidato respondeu acusando Manuela de ter sido condenada por divulgar fake news e questionou o posicionamento do PSOL sobre as "saidinhas". Os dois também discutiram sobre o suplente de Manuela, com acusações relacionadas a misoginia. O bate-boca terminou com Manuela chamando Van Hattem de "guri", enquanto ele afirmou que ela não respondia às perguntas feitas durante o debate.