Resumo
O senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) foi hostilizado neste domingo ao acompanhar o voto de sua mulher na Tijuca, Rio de Janeiro. Sob vaias e gritos de "fascista" e "miliciano", ele deixou a escola particular enquanto opositores entoavam apoio a Lula. Houve rápida reação de um apoiador, mas sem tumulto. Mais cedo, em sua própria votação em Vila Isabel, o candidato havia sido apoiado por eleitores.
O senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) foi hostilizado neste domingo ao acompanhar o voto de sua mulher na Tijuca, Rio de Janeiro. Sob vaias e gritos de "fascista" e "miliciano", ele deixou a escola particular enquanto opositores entoavam apoio a Lula. Houve rápida reação de um apoiador, mas sem tumulto. Mais cedo, em sua própria votação em Vila Isabel, o candidato havia sido apoiado por eleitores.
O senador e candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) foi hostilizado ao acompanhar o voto da mulher, Fernando Bolsonaro (PL), em uma escola particular na Tijuca, zona norte do Rio, na manhã deste domingo.
Flávio deixou o local sob vaias e gritos de "fascista" e "miliciano". Os opositores também puxaram um coro de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu principal oponente na disputa presidencial.
Um apoiador de Flávio chegou a reagir chamando Lula de ladrão, mas não houve tumulto.
Mais cedo, ao votar em uma escola municipal em Vila Isabel, bairro vizinho, o candidato recebeu apoio de eleitores.