Eduardo Paes vota no Rio e diz estar muito confiante de ganhar no 1º turno

Ex-prefeito do Rio de Janeiro, candidato ao governo diz que estado vive pior crise da história

4 out 2026 - 10h32
Resumo
O candidato ao governo do Rio, Eduardo Paes (PSD), votou na zona sul da capital e declarou otimismo em vencer a disputa ainda no primeiro turno. Ao defender uma mudança segura para o Estado, Paes fez duras críticas à atual gestão e aos governos anteriores, afirmando que o Rio enfrenta a maior crise de sua história em razão da corrupção e do desmando de um grupo que classificou como mafioso. Para ele, a eleição é uma luta civilizatória que precisa ser decidida sem prorrogação.

RIO - O candidato ao governo do Rio de Janeiro e ex-prefeito da cidade, Eduardo Paes (PSD), votou por volta das 9h em um clube da zona sul e se disse otimista em obter vitória no primeiro turno da eleição, neste domingo, afirmando que o Rio vive a pior crise da sua história e não aguenta mais ser governado por grupo mafioso.

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Eduardo Paes oficializa candidatura ao governo do estado do Rio de Janeiro , com a vice Jane Reis e o candidato ao senado Pedro Paulo.
Eduardo Paes oficializa candidatura ao governo do estado do Rio de Janeiro , com a vice Jane Reis e o candidato ao senado Pedro Paulo.
Foto: Pedro Kirilos/Estadão / Estadão

"Essa eleição tem dois lados muito claros. Um lado é essa turma do governo do Estado, que é o meu adversário, e o outro lado é o da mudança com segurança. O Rio vive a maior crise da sua história, política, institucional, de segurança pública, de desmando e corrupção", disse Paes após votar.

Paes afirmou que nesta eleição o voto tem que ser feito no primeiro turno para quem tem condições de mudar o Rio de Janeiro, Estado que teve os últimos governadores presos ou condenados.

"Ninguém aguenta mais quem usou a bandeira da direita para assaltar os cofres do Estado, esse grupo delinquente, mafioso que tomou conta do governo do Estado", afirmou.

O ex-prefeito também ressaltou que a "luta no Rio é civilizatória, não é possível que depois de ter sido enganado pelo Witzel em 2018, pelo Castro, em 2022, de tanta corrupção, não tem ideologia, tem que acabar no primeiro turno. Não vejo a hora de sentar com o governador interino Ricardo Couto para avançar naquilo que ele já tem feito", concluiu.

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