Edinho diz ter conversado com Kassab e Marcos Pereira sobre 2º turno

6 out 2026 - 19h05
Resumo
O presidente do PT, Edinho Silva, abriu diálogo com PSD, Republicanos e outras siglas em busca de apoios regionais para o segundo turno de Lula. A legenda articula alianças com lideranças do PP, MDB e Avante, além de reforçar a coordenação de campanha com senadores e maior atuação de Geraldo Alckmin. Paralelamente, Edinho criticou o senador Flávio Bolsonaro por atuar contra o fim da escala 6x1 e defendeu uma reforma no Judiciário brasileiro.

O presidente do PT, Edinho Silva, disse nesta terça-feira, 6, que conversou com o presidente do PSD, Gilberto Kassab, e com o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, sobre a posição dos dois partidos no segundo turno das eleições. Segundo Edinho, Kassab expressou que o PSD ficará neutro, mas manteve o espaço aberto para o PT dialogar com lideranças regionais do PSD em busca de apoio.

O presidente do PT afirmou que o presidente do Republicanos indicou que o partido ainda não definiu posição, mas também deixou portas abertas para as conversas a nível regional. O Republicanos é o partido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

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Edinho também citou conversas com o União Brasil, o PP e o Avante. Afirmou que o ex-ministro do Esporte André Fufuca (PP), senador eleito para o próximo mandato, disse que, mesmo com o PP apoiando Flávio no segundo turno, ele continuará fazendo campanha por Lula. O presidente do PT também mencionou a senadora eleita Teresa Surita (MDB) e disse que ela declarou apoio ao presidente da República. Afirmou que está em conversas com o Avante também.

Edinho também disse que o PT reunirá amanhã, 7, os congressistas atuais e os eleitos do PT e de partidos aliados.

O presidente do PT afirmou que os senadores Camilo Santana, Rui Costa e Jaques Wagner devem entrar na coordenação da campanha. "Também tenho defendido que o vice-presidente Geraldo Alckmin tenha um papel maior na coordenação de campanha", disse.

Edinho fez críticas contundentes ao senador Flávio Bolsonaro (PL). Disse que ele "está trabalhando contra" a proposta de emenda à Constituição de fim da escala de trabalho 6x1. Também afirmou que "o Judiciário que está aí não serve à população brasileira e precisa ser reformado".

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