Coligação de Lula aciona TSE cobrando tratamento igualitário com Flávio Bolsonaro

14 out 2026 - 20h56
Resumo
A campanha de Lula acionou o TSE cobrando tratamento isonômico em relação a Flávio Bolsonaro. Os advogados do petista pediram a suspensão temporária, por 48 horas, do canal de WhatsApp "Tropa do Flávio", mesma penalidade aplicada ao grupo governista "Exército do Lula", gerido por André Janones. A coligação alega que ambos cometeram a mesma irregularidade e que manter o canal bolsonarista ativo gera desigualdade na disputa do segundo turno. O pedido ainda aguarda análise da corte eleitoral.

A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu formalmente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ser tratada da mesma forma que a do senador Flávio Bolsonaro (PL).

A campanha de Lula argumenta que solicitou que o canal de WhatsApp "Tropa do Flávio" seja suspenso por 48 horas, da mesma forma em que ocorreu com o "Exército do Lula", que é administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).

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"O 'Tropa do Flávio' também apresentou as informações exigidas apenas posteriormente, mas não sofreu a mesma sanção", diz a nota da campanha de Lula.

"A petição reivindica tratamento igual para situações consideradas equivalentes e pede que a ordem seja dirigida à plataforma responsável. Para a coligação, permitir que um canal permaneça ativo enquanto outro cumpre 48 horas de suspensão cria uma desigualdade no ambiente de disputa do segundo turno. O pedido ainda não foi analisado pelo tribunal", completou a nota da campanha.

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