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Justiça extingue processo contra adolescente que matou amiga com tiro no rosto

Isabele Ramos Guimarães, de 14 anos, foi morta em um condomínio de luxo em Cuiabá, em julho de 2020

25 jul 2023 - 09h59
(atualizado às 12h43)
Isabele Ramos Guimarães
Isabele Ramos Guimarães
Foto: Reprodução/TVCA

A Justiça do Mato Grosso extinguiu o processo de execução da medida socioeducativa da adolescente que matou a amiga Isabele Ramos Guimarães, de 14 anos, com um tiro no rosto em um condomínio de luxo em Cuiabá (MT), em julho de 2020. A informação foi confirmada pelo Terra com a Corregeria-Geral da Justiça de Mato Grosso.

Segundo informações da TVCA, afiliada da TV Globo na região, a decisão foi tomada após um relatório psicossocial, feito por uma equipe do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), apontar que a medida socioeducativa de liberdade assistida imposta à jovem, pelo prazo de seis meses, foi cumprida integralmente.

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Além disso, a decisão da juíza Leilamar Aparecida Rodrigues, da 2ª vara da Infância e Juventude de Cuiabá, pontua que a adolescente, hoje com 17 anos, "demonstrou interesse em traçar novos objetivos longe do ambiente deletério da reiteração infracional".

À emissora, o Ministério Público de Mato Grosso informou que vai recorrer da decisão. Por envolver duas menores de idade, o caso segue em segredo de justiça.

Relembre o caso

Em 12 de julho de 2020, Isabele foi morta com um tiro no rosto. Ela estava na casa da amiga, em um condomínio de luxo em Cuiabá (MT).

O laudo da perícia concluiu que a pessoa que matou a jovem estava com a arma apontada para o rosto da vítima a uma altura de 1,44 m do piso. Em 2 de setembro, a adolescente foi indiciada por ato infracional análogo a homicídio doloso – quando há intenção ou assume o risco de matar.

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A jovem foi condenada em janeiro de 2021 por ato infracional análogo a homicídio qualificado e chegou a cumprir medida de internação de 1 ano e 5 meses, mas em junho de 2022, o ato foi desqualificado para homicídio culposo e ela passou a cumprir liberdade assistida. 

Fonte: Redação Terra
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