Homem é preso preventivamente na Capital por suspeita de abusar de quatro filhas e enteada

Vítimas têm entre 1 e 12 anos de idade; investigado tentou fugir pelo pátio e resistiu à prisão durante abordagem da Polícia Civil

31 ago 2026 - 11h14
Resumo
Um homem foi preso preventivamente em Porto Alegre nesta segunda-feira (31), acusado de estupro de vulnerável contra as quatro filhas, de um a nove anos, e a enteada, de 12. As investigações da Polícia Civil iniciaram após denúncia da avó sobre os abusos à adolescente, seguidos pelo relato da filha de nove anos. O suspeito tentou fugir e resistiu à prisão, mas foi contido e levado ao sistema prisional. Sua identidade foi mantida em sigilo judicial para preservar e proteger as vítimas.

Um homem foi preso de forma preventiva na manhã desta segunda-feira (31), em Porto Alegre, acusado do crime de estupro de vulnerável praticado contra as próprias quatro filhas, com idades entre um e nove anos. As apurações apontam ainda que uma enteada, de 12 anos, precisou deixar a residência após também relatar episódios recorrentes de violência sexual.

Foto: Polícia Civil do RS/Divulgação / Porto Alegre 24 horas

As investigações da Polícia Civil começaram após a avó das crianças comparecer à delegacia para denunciar os abusos sofridos pela adolescente de 12 anos. Dias depois da formalização da ocorrência inicial, uma das filhas do agressor, de apenas nove anos, também comunicou à mãe que vinha sendo vítima de atos criminosos cometidos pelo próprio pai.

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Diante da gravidade dos fatos e da consistência dos relatos colhidos pelos policiais, a corporação representou junto ao Poder Judiciário pelo mandado de prisão preventiva do investigado, medida que foi prontamente deferida.

No momento do cumprimento da ordem judicial, o suspeito tentou escapar pelos fundos da residência e resistiu à detenção, mas foi contido e algemado pelos agentes. Ele foi encaminhado para registro do flagrante e transferido ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça. A identidade do homem foi mantida em sigilo pelas autoridades para preservar a privacidade e a integridade das crianças, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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