Funcionários da família Matsunaga são feitos reféns durante roubo à casa em SP

Três suspeitos foram presos após trocarem tiros com a PM e um foi capturado; um policial também ficou ferido e precisou de atendimento

15 out 2026 - 12h03
(atualizado às 12h25)
Casa de família Matsunaga, em São Paulo, foi invadida por quatro assaltantes
Casa de família Matsunaga, em São Paulo, foi invadida por quatro assaltantes
Foto: Reprodução/Record

A casa dos pais de Marcos Matsunaga, empresário morto em 2012 pela esposa, Elize Matsunaga, foi invadida por criminosos armados na tarde desta quarta-feira, 14, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. Funcionários foram feitos reféns. Três dos quatro suspeitos foram mortos durante uma troca de tiros com policiais militares. 

Ao Terra, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso ocorreu na Rua Alberto Faria. Ao chegarem ao local, os PMs conseguiram deter um dos suspeitos no térreo da casa. Em seguida, libertaram três funcionários que estavam trancados em um cômodo do imóvel. 

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Os outros três criminosos foram localizados logo na sequência e entraram em confronto com os policiais. Dois deles morreram ainda na casa, enquanto um terceiro foi socorrido até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Lapa, no entanto, ele não resistiu aos ferimentos. 

Durante a troca de tiros, um dos agentes foi atingido no ombro e socorrido ao Hospital das Clínicas, onde permanece sob cuidados médicos. A pasta informou ainda que todas as armas foram apreendidas e a perícia acionada. 

O caso foi registrado como roubo a residência no 14º DP, que requisitou assessoramento ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O homem detido permanece à disposição da Justiça. A Polícia Militar também abriu Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar a atuação dos agentes.

A família Matsunaga ficou amplamente conhecida no Brasil em maio de 2012, quando Elize matou seu esposo no apartamento onde moravam e cortou seu corpo em pedaços. Ela foi condenada em 2016 por 19 anos e 11 meses de prisão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Tendo confessado o crime, sua pena foi reajustada para 16 anos e 3 meses. Atualmente, após deixar a Penitenciária de Tremembé, ela cumpre pena em regime aberto e mora no interior de São Paulo.

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Fonte: Portal Terra
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