Fotógrafo madruga e registra Cristo Redentor em ‘tapete de nuvens’ no Rio: 'Épico'

Filmagem foi feita por Bruno Dulcetti no amanhecer deste domingo, 28; confira os bastidores das imagens

28 jun 2026 - 14h05
(atualizado às 14h48)
Fotógrafo registra Cristo Redentor sobre ‘tapete de nuvens’ no Rio de Janeiro
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Um momento épico por cima das nuvens do Rio de Janeiro foi o que registrou o fotógrafo Bruno Dulcetti, conhecido como Dul7, no amanhecer deste domingo, 28. Ele madrugou para se posicionar e não perder o momento exato em que o Cristo Redentor estaria sob um tapete de nuvens, sendo iluminado pelo sol.

Em entrevista ao Terra, ele contou que a ideia para o registro surgiu no sábado, 27, quando soube que o Aeroporto Internacional do Galeão, na Zona Norte do Rio, chegou a fechar por conta de um nevoeiro que atingiu a capital. Nevoeiro, esse, que formou algo similar a um tapete de nuvens.

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Imagens foram registradas neste domingo, 28
Imagens foram registradas neste domingo, 28
Foto: Reprodução/Instagram/@dul7art

O fotógrafo olhou a previsão do tempo e percebeu que, neste domingo, o cenário seria similar. 

“Eu acordei às 5 horas, porque o sol nasceria às 6h35. A minha ideia era pegar o sol quando ele nascesse, acima das nuvens, com o Cristo. Eu sabia que ia ficar um tapete, se ficasse igual no dia anterior. Ia ficar uma imagem linda”, explica.

E assim aconteceu. Dulcetti usou seu drone para fazer as imagens e elas saíram como ele imaginava. Veja:

Apesar da beleza de registros assim, por trás das câmeras há sempre uma dose de nervosismo. “Quando você levanta o drone, você passa no meio das nuvens e não vê nada, né. E tanto na hora de ir, quanto na hora de voltar nas nuvens, é perigoso”, aponta.

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No caso, por mais que seu drone seja moderno, a neblina e a falta de visibilidade podem causar interferências. “Ele trava e você tem que trazer no manual. É sempre um coração na boca. Até porque um drone desse aqui no Brasil custa R$ 35 mil”, relatou.

Dulcetti é fotógrafo há seis anos. Ele começou a fotografar na pandemia, quando seu salão de beleza ficou fechado. “Precisava passar o tempo, comecei na fotografia e me apaixonei”, relembra.

Agora ele tem uma galeria com mais de 500 obras vendidas em 18 países. “Eu amo sair atrás de foto de lua, lua com Cristo, lua com bondinho… Sou um amante do Rio de Janeiro, de paisagem”.

Fonte: Portal Terra
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