Uma câmera de segurança da Rodovia Governador Adhemar Pereira de Barros (SP-340) em Campinas (SP), flagrou o momento em que um motorista bateu na estrutura do pedágio e derrubou o teto na manhã deste domingo, 26. O condutor, um homem de 24 anos, morreu.
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O vídeo mostra o carro em alta velocidade passando pela faixa zebrada. Depois, o carro atinge a condenação de concreto e é lançado em direção à viga superior, que desaba junto com o teto do pedágio. Uma nuvem de poeira se formou com o impacto da estrutura. Motoristas que aguardavam atendimento nas cabines ao lado são vistos dando marcha à ré para desviar dos escombros.
A colisão aconteceu no quilômetro 123, na altura de Campinas. O motorista estava sozinho no carro, e foi levado para o Hospital de Jaguariúna, mas não resistiu aos ferimentos.
A estrutura de concreto caiu em cima de outros dois carros, onde estavam sete pessoas, que saíram ilesas.
Em entrevista à EPTV, afiliada à Rede Globo, o funcionário público José Sampaio contou que estava pagando o pedágio quando o acidente aconteceu. Ele afirmou que o carro que provocou o acidente derramou óleo na pista e espalhou destroços.
"Repentinamente veio um barulho intenso atrás e eu vi um telhado desabando sobre o meu carro, o carro coberto de óleo. Aí fomos verificar depois que tinha um carro que tinha voado por cima do nosso", disse.
Em outro carro, na cabine ao lado, estava o auxiliar administrativo José Demétrio, que viajava com a esposa e o filho no momento do acidente. Ele afirmou que houve uma “explosão enorme”.
“Eu só consegui, naquele momento, pedir para a minha família sair de dentro. Enquanto aquilo ali estava tudo desmoronando, caindo. Ninguém espera que isso aconteça. Mas graças a Deus, como vocês podem ver, só bem material e o susto que fica", afirmou à EPTV.
O caso foi registrado no 4º Distrito Policial como homicídio culposo na direção de veículo automotor, quando não há intenção de matar. A Polícia Civil ainda apura as causas do acidente.
O Terra procurou a Renovias, que administra a via, para um posicionamento, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem.