Novos contratorpedeiros pan-americanos chegam em World of Warships

Uma nova linha de embarcações introduz uma jogabilidade de alto risco e recompensa

14 ago 2026 - 15h08
Novos contratorpedeiros pan-americanos chegam em World of Warships
Novos contratorpedeiros pan-americanos chegam em World of Warships
Foto: Divulgação / Wargaming

A Wargaming, desenvolvedora e distribuidora de World of Warships, anunciou oficialmente a adição de uma nova linha de contratorpedeiros pan-americanos. A nova série inclui navios dos níveis III ao X, com características únicas que desafiarão até jogadores mais experientes. Com um nível de dificuldade acima da média, os veículos — que serviram na América Latina durante o século passado — exigem uma compreensão sólida das mecânicas de combate e um conhecimento profundo do jogo para um desempenho consistente no campo de batalha.

A principal característica desta nova classe é o foco absoluto em artilharia pesada e dano explosivo concentrado. Ao contrário de outros contratorpedeiros convencionais, esses navios utilizam exclusivamente projéteis perfurantes (AP) em sua bateria principal e possuem um arsenal muito limitado de torpedos de curto alcance, usados quase exclusivamente para defesa própria. Embora apresentem baixa velocidade base e não disponham de consumíveis de cortina de fumaça, eles compensam essas vulnerabilidades com acesso ao consumível Grupo de Reparos desde os níveis iniciais e uma dependência estratégica do Impulso de Motor para manobras e recuos.

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A progressão nesta nova árvore tecnológica introduz ferramentas táticas cruciais em etapas. Os níveis iniciais, onde é possível encontrar o contratorpedeiro peruano de nível III Almirante Villar, o chileno de nível IV Serrano e o colombiano de nível V Antioquia, seguem um estilo mais tradicional, aproveitando a munição AP contra cruzadores leves vulneráveis. A dinâmica muda radicalmente com o argentino de nível VI Cervantes e o brasileiro de nível VII Marcílio Dias; ambos contando com o consumível Acelerador de Recarga de Bateria Principal, que permite disparar salvas devastadoras contra inimigos desprevenidos que exponham seus flancos.

A inovação tecnológica atinge um novo patamar com o mexicano de nível VIII Cuauhtémoc, navio que introduz a mecânica de Instrução de Combate. Essa habilidade especial recompensa a precisão do jogador: após acertar 21 disparos com a bateria principal, ela concede um aumento de 33% no dano dos projéteis perfurantes por 10 segundos, potencializando drasticamente ataques-surpresa. Com o venezuelano de nível IX Nueva Esparta, a linha consolida sua identidade ao aumentar o potencial de dano explosivo em troca de uma velocidade base menor.

Por fim, o auge da árvore tecnológica pan-americana é o colombiano de nível X 20 de Julio. Este formidável contratorpedeiro é o mais lento de sua classe, obrigando os comandantes a planejar seus posicionamentos com extremo cuidado. No entanto, ele compensa essa característica oferecendo a combinação definitiva de Acelerador de Recarga de Bateria Principal e Instruções de Combate ativados simultaneamente, gerando uma cadência de tiro extremamente alta com projéteis perfurantes — ideal para punir severamente contratorpedeiros e cruzadores rivais mal posicionados no mapa.

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Para maximizar o desempenho desta nova frota, recomenda-se que os jogadores adotem dois estilos de jogo principais: atuar como caçadores furtivos, utilizando o terreno das ilhas para emboscar contratorpedeiros inimigos, ou posicionar-se a longa distância, assumindo o papel de um cruzador leve graças a melhorias no alcance de tiro. Os comandantes devem escolher seus combates com muita cautela, buscar ângulos inusitados para flanquear o inimigo e mirar diretamente nas torres adversárias durante duelos frontais, a fim de desativar o armamento adversário.

Mais detalhes a respeito encontram-se no site oficial de World of Warships.

Fonte: Game On
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