O atacante David, do Vasco, foi alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Civil do Espírito Santo nesta manhã. A ação integra a operação "A Tropa", que apura suspeitas de tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro. Agentes apreenderam computadores, celular e documentos na residência do atleta e vistoriaram seu armário no CT. Acompanhado por advogados do clube, o jogador prestou esclarecimentos na delegacia e foi liberado, já que não havia ordem de prisão contra ele.
A manhã no Vasco começou de maneira completamente diferente do planejado. Em vez da rotina habitual de preparação para o próximo compromisso, o CT Moacyr Barbosa recebeu agentes da Polícia Civil em uma operação que teve o atacante David como um dos alvos. A movimentação chamou a atenção de jogadores e funcionários, mas não alterou o treinamento da equipe.
A ação faz parte da operação "A Tropa", conduzida pela Polícia Civil do Espírito Santo. A investigação apura suspeitas relacionadas a tráfico de armas e drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Segundo as autoridades capixabas, o caso começou após a análise do telefone de um homem preso depois de uma tentativa de homicídio ocorrida em Serra, no Espírito Santo, em 2024.
A partir do conteúdo encontrado no aparelho, incluindo conversas e movimentações financeiras realizadas por Pix, os investigadores identificaram possíveis conexões entre integrantes do grupo e David, além de outros atletas profissionais. A investigação ainda está em andamento, portanto, as suspeitas não representam uma condenação ou comprovação de envolvimento do jogador nos crimes apurados.
⚠️ Imagens da Polícia Civil na casa do atacante David e no CT do Vasco na manhã de hoje.
O jogador é alvo da operação "A Tropa", que investiga tráfico de armas e drogas e lavagem de dinheiro.
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— Planeta do Futebol 🌎 (@futebol_info) August 31, 2026
Antes de seguir para o centro de treinamento, os policiais estiveram na residência do atacante, na Barra da Tijuca. David estava sozinho, colaborou com a ação e teve um celular, dois computadores e documentos recolhidos para análise.
Depois, o próprio jogador foi de carro até o CT Moacyr Barbosa para acompanhar a vistoria em seu armário no vestiário. No local, entretanto, os agentes encontraram somente chuteiras.
A chegada antecipada das equipes policiais provocou surpresa entre atletas e funcionários que chegavam para trabalhar. Os agentes foram recebidos pelo diretor técnico Felipe Maestro e pelo gerente Clauber Rocha. Mesmo com a operação, o planejamento do clube para o dia foi preservado.
Após a vistoria, David foi levado à 14ª DP, no Leblon, acompanhado por um advogado do Vasco. O atacante prestou esclarecimentos e foi liberado posteriormente. É importante destacar que não havia mandado de prisão contra o jogador, mas apenas uma ordem judicial de busca e apreensão.