O presidente do Vasco, Pedrinho, prioriza São Januário para a semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors, mas busca flexibilização da Conmebol quanto à capacidade mínima e aval da PM. Como alternativa, o dirigente anunciou que entrará na Justiça para mandar a partida no Maracanã, após recusa do Consórcio Fla-Flu. O estádio Nilton Santos aparece como última opção.
O presidente do Vasco, Pedrinho, afirmou que irá entrar com ação na Justiça para que o clube tenha a chance de jogar, no Maracanã, a partida de volta da semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors-ARG, no dia 20 de outubro. O Consórcio, administrado por Flamengo e Fluminense, negou o pedido do Cruz-Maltino para atuar no estádio.
"Eu vou judicializar o Maracanã, hoje, inclusive", disse o mandatário, que listou as opções: "A minha prioridade contra o Boca (Juniors) é São Januário. Independente que sejam quatro mil torcedores (visitantes). (Em segundo) Maracanã. Se eu tenho a possibilidade da negativa em São Januário, eu vou judicializar o Maracanã", destacou em entrevista à Cazé TV.
Por último, ele considerou o estádio do Botafogo, Nilton Santos, pois "nos atendeu muito bem". A questão dos visitantes é um dos pontos de complexidade para o clube cumprir com o objetivo.
Com capacidade ligeiramente superior a 20 mil pessoas, o cruz-maltino não atinge os 30 mil exigidos pela Conmebol para os jogos a partir da semifinal do torneio. Com isso, o clube cogita abrir espaço para a capacidade mínima de torcedores visitantes, 4 mil, e fazer nova tratativa com a entidade em busca de uma flexibilização do limite.
Na tarde desta quarta-feira (30/9) no Centro de Operações, a Prefeitura sinalizou positivamente para o Vasco atuar em seu campo. No entanto, o clube ainda precisa de uma aprovação da Polícia Militar e também convencer a Conmebol.
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