Estreia de Carpini tem derrota para o Santos e aumenta o peso do tabu histórico do Remo

Derrotado pelo Santos na estreia de Thiago Carpini, no Mangueirão, o Remo vê o Z-4 apertar e mantém o duríssimo tabu histórico

20 set 2026 - 11h21
(atualizado às 13h48)
Resumo
A estreia de Thiago Carpini no comando do Remo foi marcada por derrota para o Santos, no Mangueirão, resultado que manteve a equipe afundada na zona de rebaixamento da Série A. Além de ampliar o tabu histórico do clube paraense, que segue sem vencer o rival paulista, o revés evidenciou falhas recorrentes e a urgência de adaptação tática do elenco, pressionando a nova comissão técnica por resultados imediatos para afastar a crise.
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Foto: Divulgação/ Samara Miranda/Remo/X / Esporte News Mundo

A semana que antecedeu a partida entre Remo e Santos traria uma expectativa clara de renovação nos bastidores do Baenão. Apostando em um novo fôlego para estancar a oscilação na tabela, a diretoria trouxe Thiago Carpini com a missão de liderar a equipe na sequência da temporada. No entanto, o destino reservou para o novo comandante um verdadeiro batismo de fogo: a estreia aconteceu logo diante do Santos, em um confronto de altíssima exigência, na noite do último sábado (19), no Mangueirão.

O placar desfavorável acabou evidenciando que os desafios do clube vão muito além de uma simples alteração na prancheta. Mais do que os pontos deixados pelo caminho, a derrota aprofundou um cenário de instabilidade, manteve vivo um incômodo tabu histórico, já que o Remo segue sem conseguir vencer o Santos ao longo dos confrontos oficiais, e, o mais grave, manteve o time afundado na zona de rebaixamento da Série A. Em momentos de alta pressão, carregar marcas negativas desse tipo e ver a tabela apertar adiciona uma carga psicológica considerável sobre o grupo.

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Dentro das quatro linhas, o que se observou foi uma equipe em processo de adaptação forçada, tentando absorver novas ideias sob o peso da urgência. Falhas recorrentes em momentos-chave da partida e a dificuldade de converter oportunidades voltaram a castigar o time, desenhando um panorama em que a margem para erros simplesmente deixou de existir.

Para a comissão técnica recém-chegada, o diagnóstico inicial é duríssimo. O calendário não dá tempo para longas transições, e a exigência por resultados imediatos passa a ser o tom dominante no cotidiano de um clube que vê o Z4 apertando o cerco. Resta saber como o elenco vai assimilar o impacto da dura realidade para transformar a cobrança externa em reação imediata dentro de campo.

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