O Palmeiras exibirá pela primeira vez a marca da Embracon no uniforme diante do Atlético-MG, no dia 26 de julho, pela 20ª rodada do Brasileirão, no Nubank Parque, em São Paulo. Válido por dois anos, o novo contrato de patrocínio amplia a receita comercial do clube e reforça a estratégia de valorização dos espaços disponíveis na camisa.
As partes assinaram o acordo na quinta-feira passada (9) e, segundo o Máquina do Esporte, prevê o pagamento de R$ 5,5 milhões por temporada. A marca ficará exposta na região do esterno, também chamada de escudeto, do uniforme alviverde.
Com a chegada da nova parceira, o Palmeiras passa a arrecadar R$ 221 milhões por temporada apenas com os patrocínios estampados na camisa. O uniforme reúne contratos com Sportingbet (R$ 100 milhões), Puma (R$ 50 milhões), Cimed e Leapmotor (R$ 20 milhões cada), Sil Fios e Cabos Elétricos (R$ 11 milhões), Uniasselvi (R$ 8 milhões), D'Italia Panelas (R$ 4 milhões) e MotoChefe Brasil (R$ 2,5 milhões).
O Alviverde ainda mantém uma propriedade disponível em seu uniforme, mesmo após o novo acordo. A barra traseira da camisa segue aberta ao mercado, enquanto os meiões não costumam ser comercializados pelo Palmeiras. Essa outra oportunidade de patrocínio segue sem definição, enquanto o espaço do patrocinador máster das categorias de base também permanece vago.
Uniforme do Palmeiras para temporada 2026 (Foto: Divulgação/Puma)
Embracon e a parceria com o Palmeiras
Além da exposição da marca no uniforme, a Embracon assumirá a administração do consórcio oficial do Palmeiras, substituindo a Ademicon, antiga parceira do clube no segmento.
O contrato entre as partes ainda prevê a possibilidade de aumento na receita. Dependendo do volume de negócios gerado pelo Verdão para a empresa, o patrocínio poderá alcançar R$ 10 milhões com o pagamento de bônus.