Campeão mundial em 2006, Gianluigi Buffon não é mais o chefe de delegação da Federação Italiana de Futebol. A decisão pela saída foi tomada após Gabriele Gravina renunciar ao cargo de presidente da entidade, como consequência da queda para a Bósnia na repescagem para a Copa do Mundo.
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Ao relatar a renúncia do posto que ocupava desde 2023, Buffon revelou que a decisão havia sido tomada inicialmente com o fim da partida contra a Bósnia, mas repensada por pedidos de terceiros.
“Pedir demissão um minuto após o fim da partida contra a Bósnia foi um ato impulsivo, que veio do fundo de mim. Tão espontâneo quanto as lágrimas e a dor no meu coração que sei que compartilho com todos vocês. Pediram-me para esperar até que todos tivessem tempo para refletir”, iniciou.
Após uma mudança inicial de ideia, Buffon optou de vez pela renúncia depois da saída do presidente da Federação Italiana: “É justo deixar que aqueles que me sucedem tenham a liberdade de escolher a pessoa que considerarem mais adequada para ocupar o meu lugar”.
Em sua despedida, o ídolo italiano também destacou o trabalho que fez e sua relação com a Azzurra. Entre 1997 e 2018, Buffon disputou 176 partidas por sua seleção e teve como auge a conquista da Copa do Mundo de 2006.
Com a queda para a Bósnia, aumentou a crise no futebol italiano, que não joga uma Copa do Mundo desde 2014. A equipe tetracampeã ficou fora dos Mundiais de 2018, 2022 e 2026.