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Com verba de venda judicial do Brinco de Ouro, Guarani paga salários atrasados

Assunto foi abordado pelo presidente do Conselho Fiscal do clube, Fábio Araújo

14 set 2021 17h26
| atualizado às 17h26
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Quatro dias antes de mais um clássico campineiro, a diretoria do Guarani se valeu de verba que vem da negociação judicial do Brinco de Ouro da Princesa para o MMG Consultoria e Assessoria Empresarial e quitou valores relacionados a salários e direitos de imagem que estavam pendentes com o elenco.

Equipe vai com pêndencias quitadas para o Dérbi 201 (Divulgação/Thomaz Marostegan/Guarani)
Foto: Lance!

A informação foi confirmada em palavras ditas pelo presidente do Conselho Fiscal, Fábio Araújo, para a agência de notícias "Estadão Conteúdo", fornecendo maiores detalhes sobre como funcionam os trâmites burocráticos referentes a liberação do valores recebidos judicialmente pelo Bugre:

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- O Guarani informa que pagou os direitos de imagem, acordos e CLT dos atletas profissionais. O dinheiro da venda judicial é pago no dia 15 para a justiça trabalhista que libera em cerca de 5 dias úteis, quitando o restante dos salários, ficando 100% em dia.

Em acordo que tem validade desde setembro de 2015, a MMG acertou que fará o pagamento de 130 parcelas seguidas de R$ 350 mil (totalizando R$ 45,5 milhões) além de arcar com parte da dívida trabalhista.

Outro ponto que faz parte da proposta de venda judicial inclui a construção de uma nova estrutura ao Guarani que inclui uma Arena, um Centro de Treinamento e também uma área que será destinada a parte social do clube. Sendo que a questão da demolição de onde ocupa a área do Brinco de Ouro onde devem ser construídos empreendimentos imobiliários, só pode ocorrer após a entrega dos itens estruturais da MMG para o Bugre.

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