São Paulo e mais 4 clubes pedem para acompanhar processos sobre MP das bets no STF

A petição conjunta na ADI 8.027/DF, que já tramita na Suprema Corte brasileira, reúne, além do tricolor paulista, Ponte Preta, Vitória, Guarani e Portuguesa. Equipes citam impactos da proibição das bets sobre contratos de patrocínio e publicidade dos clubes

1 out 2026 - 23h54
(atualizado às 23h54)
Resumo
São Paulo, Ponte Preta, Vitória, Guarani e Portuguesa acionaram o STF para ingressar na ação sobre a MP 1.394/2026, que veta a exploração e publicidade de apostas de quota fixa no Brasil. Os clubes solicitaram ao relator, ministro Luiz Fux, a suspensão da medida e uma regra de transição para contratos vigentes, alegando graves impactos financeiros e a inviabilidade de cumprir o prazo de dez dias imposto para a retirada de patrocínios de suas marcas.

São Paulo, Ponte Preta, Vitória, Guarani e Portuguesa protocolaram, na noite desta quinta-feira, 1º, uma petição conjunta no Supremo Tribunal Federal (STF) para participar na ação que discute a Medida Provisória 1.394/2026, que proíbe a exploração e a publicidade de apostas de quota fixa no país.

Em petição encaminhada ao ministro Luiz Fux, relator da ADI 8.027/DF, os clubes afirmam que a medida provoca impactos sobre contratos de patrocínio já firmados e sobre o planejamento financeiro das equipes. Eles também pedem a suspensão dos efeitos da MP e a criação de um período de transição para os contratos existentes.

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Segundo os clubes, a medida determina a retirada de publicidade e patrocínios relacionados às bets em prazo de dez dias, além de estabelecer o fim das autorizações para operação de apostas de quota fixa em 30 dias. Para as equipes, os prazos não permitem uma adaptação adequada aos contratos em vigor.

*Matéria em atualização

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