A corrida pela presidência da Fifa mal começou, mas já tem um cenário bem encaminhado. Gianni Infantino aparece como o principal nome para continuar no comando da entidade no próximo ciclo, entre 2027 e 2031.
No Congresso realizado no Canadá, o dirigente saiu fortalecido. Ele já conta com o apoio de três confederações importantes: a asiática (AFC), a africana (CAF) e a sul-americana (Conmebol). Juntas, elas representam mais da metade dos votos disponíveis na eleição, o que coloca Infantino em posição bastante confortável.
O próprio presidente confirmou que vai tentar seguir no cargo.
"Estou feliz e honrado. Serei candidato na próxima eleição", declarou.
O movimento a favor do dirigente começou antes mesmo da abertura oficial do processo eleitoral. A Conmebol se antecipou e declarou apoio durante um encontro em Quito. Depois, Ásia e África seguiram o mesmo caminho, reforçando o bloco político em torno de Infantino.
Ele assumiu a Fifa em 2016, após o escândalo que derrubou Joseph Blatter, e desde então foi reconduzido ao cargo em duas eleições. Mas, se vencer novamente, completará seu último ciclo permitido pelas regras atuais.
Por fim, a votação está prevista para acontecer no próximo Congresso da entidade, que será realizado em Rabat, no Marrocos.
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