Seleção descansa e já prevê "90 minutos de matar ou morrer"

22 jun 2015 - 07h28
(atualizado às 08h49)

Com a segunda-feira livre dos jornalistas, Dunga vai aproveitar o dia para um trabalho na piscina do hotel com os jogadores da Seleção e começar a pensar no Paraguai, adversário das quartas de final da Copa América no sábado, 18h30 (de Brasília), em Concepción, no sul do Chile.

“Agora o Brasil vai jogar melhor. Temos capacidade e muito mais confiança. Os jogos vão ser mais disputados e mais equilibrados. Vamos apreoveitar melhor nossas condições técnicas”, disse o treinador da Seleção Brasileira.

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O time escalado contra a Venezuela, com Philippe Coutinho, Robinho e Firmino agradou ao treinador, que declarou que as substituições feitas contra a Venezuela não devem se repetir. “Foram feitas porque o jogo pedia isso”, explicou.

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Sobre Firmino, o técnico se mostrou feliz pelo gol (ainda mais depois da jogada perdida diante da Colômbia): “Firmino tem qualidade na definição. Saiu muito da área no primeiro tempo. No segundo pedimos para ele ficar mais e deu certo. Teve calma para definir e a tendência é ganhar mais confiança”, afirmou.

Amigo de Ramón Diaz, técnico argentino que dirige o Paraguai, Dunga ressaltou que o adversário mostrou sua força contra a Argentina, quando perdia por 2 a 0 e empatou por 2 a 2. “E agora não tem próximo jogo, O próximo jogo pode ser o último. É 90 minutos de matar ou morrer. Os jogadores entendem que tipo de jogo vamos ter pela frente, quais faltas são marcadas, quais não”, justificou.

Fonte: Terra
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