A Seleção Brasileira garantiu vaga nos 16 avos de final, mas ainda não sabe quem vai enfrentar na próxima fase da Copa do Mundo de 2026. Do grupo F, apenas a Tunísia já está descartada. Holanda, Japão e Suécia, que jogam hoje, são as possibilidades.
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O Brasil, que terminou em 1º lugar no grupo C, após a vitória de 3 a 0 contra a Escócia, nesta quarta-feira, 24, e vai enfrentar na próxima segunda, 29, o segundo colocado no grupo F.
Nesta quinta, os jogos finais do grupo F são:
- Holanda x Tunísia
- Japão x Suécia
Segundo três inteligências artificiais consultadas pelo Terra, o Japão é o time mais provável de enfrentar a seleção canarinho. Isso porque ela já ocupa em segundo lugar nos critérios de desempate, mas isso ainda será definido pelos jogos de hoje. A Holanda lidera o grupo e a Suécia ocupa a terceira posição. As três seleções ainda tem possibilidade de ocupar uma das duas primeiras posições.
O ChatGPT, o Copilot e o Gemini apontam que o motivo de o Japão ser o favorito para terminar em 2º é que, apesar de estar em empatada na pontuação com a Holanda — ambas estão com 4 —, fica atrás no saldo de gols. Ambas as IAs dizem que os suecos ainda têm chances, caso vençam os japoneses.
Mesmo sem adversário definido, o embate da Seleção na próxima fase já tem horário marcado e local: segunda-feira, 29 de junho, às 14h (horário de Brasília), no NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos.
Mas, afinal, quais pontos o Brasil precisa se preocupar e quais podem ser um caminho para a vitória? Para te ajudar a entender, listamos algumas características dos possíveis adversários.
Japão
- Ponto positivo: os asiáticos são uma das sensações do ciclo para essa Copa do Mundo. Muito disso se passa pelo trabalho do técnico Hajime Moriyasu, que comanda a equipe desde 2018.
Mais do que peças individuais, ele criou um trabalho baseado em transições rápidas da defesa para o ataque. O entrosamento também é notório entre os Samurais Azuis.
- Ponto negativo: apesar do grande ciclo, os japoneses chegaram desfalcados ao Mundial. Wataru Endo (Liverpool), Takumi Minamino (Mônaco) e Kaoru Mitoma (Brighton) se machucaram antes do Mundial e sequer viajaram aos Estados Unidos.
Além dos desfalques, os japoneses têm sofrido com a bola parada no Mundial. Contra a Holanda, cinco das dez finalizações sofridas foram de cabeça.
Suécia
- Ponto positivo: os europeus têm no ataque os pilares da equipe. Viktor Gyökeres (Arsenal) e Alexander Isak (Liverpool) somam um gol cada um no Mundial e colocam medo em qualquer defesa.
- Ponto positivo: por outro lado, o restante da equipe é de gerar preocupação. A vaga no Mundial, inclusive, só foi conquistada na repescagem graças ao desempenho na Nations League, já que a seleção sequer venceu nas Eliminatórias.
Holanda
- Ponto positivo: em uma versão low profile, os holandeses comandados por Ronald Koeman devem preocupar qualquer adversário. O pilar da equipe, porém, é a defesa, que tem Virgil van Dijk (Liverpool), Jan Paul van Hecke (Brighton), Micky van de Ven (Tottenham) e Denzel Dumfries (Inter de Milão).
- Ponto negativo: mesmo com o bom momento, os holandeses não têm tido sorte contra seleções da primeira prateleira nos últimos anos. Nos últimos cinco confrontos contra campeões mundiais, são três empates - dois contra a Espanha e uma contra a Alemanha - e duas derrotas - um contra Inglaterra e um contra Alemanha.
A Laranja Mecânica também vê uma de suas referências técnicas chegando em um momento de baixa física. O camisa 10 do Corinthians soma apenas 38 minutos em campo nas duas primeiras partidas do Mundial, mas o suficiente para dar uma assistência contra a Suécia.