Lionel Messi é o grande nome da Argentina na campanha finalista da Copa do Mundo. Em busca do bicampeonato mundial consecutivo, o camisa 10 marcou oito gols e deu quatro assistências em sete partidas.
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Apesar de o craque ter sido o motor técnico e mental ao longo da competição, a equipe de Lionel Scaloni conta com outros pontos que podem surpreender a Espanha na final marcada para domingo, 19, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
A insistência dos argentinos
Um dos pontos a ser destacado é a garra dos argentinos, que não desistem das partidas. No mata-mata da competição, todas as partidas tiveram requintes dramáticos para os hermanos.
Contra Cabo Verde e Suíça, a vitória foi conquistada apenas na prorrogação. Já contra Egito e Inglaterra, os argentinos tiveram que lutar para conseguir virar após saírem atrás no placar.
Nesses momentos, se Messi não aparece para decidir, os hermanos não têm medo de arriscar. O gol de Enzo Fernández, por exemplo, saiu de um chute de fora da área. O meia, inclusive, havia tentado uma finalização de longe no lance anterior.
O termômetro da garra argentina
Assim como na Copa de 2022 e atualmente no Inter Miami, Messi tem em De Paul um de seus fiéis escudeiros com a camisa da seleção argentina. Mas o camisa 7 não deve ser reconhecido apenas pela lealdade ao ídolo.
Em campo, o volante brigou por cada bola e incendiou a partida quando entrou aos 26 do segundo tempo. De Paul também foi o responsável por tocar para Messi na jogada do primeiro gol argentino.
Brilho dos artilheiros
Messi é o artilheiro da Copa, mas não é o único argentino a balançar as redes no Mundial. Julián Álvarez e Lautaro Martínez também têm aparecido com bolas na rede em momentos de tensão para os hermanos na competição.
Álvarez desencantou ao marcar o segundo gol da vitória da Argentina por 3 a 1 contra a Suíça, já na prorrogação das quartas de final.
Martínez, por sua vez, fez o terceiro contra os suíços e o segundo da virada contra os ingleses. O atacante da Inter de Milão também balançou a rede contra a Jordânia.