A Procuradoria do STJD não deve denunciar Lucho Acosta, do Fluminense, por suspeita de forçar um cartão amarelo contra o Bragantino, caso motivado por apostas atípicas em criptomoedas. Com o término do prazo de 60 dias neste domingo, a diretoria tricolor espera o arquivamento da apuração preliminar, embora novas provas possam reabrir o processo no futuro.
Lucho Acosta, do Fluminense, não deve sofrer denúncia em investigação sobre o cartão amarelo que o argentino tomou contra o Bragantino pelo Brasileirão. O prazo de 60 dias para a Procuradoria do STJD decidir se denuncia o jogador se encerra neste domingo (20). A expectativa atual da diretoria tricolor é de que o caso seja arquivado.
Apesar disso, o Fluminense e Lucho Acosta permanecem atentos ao andamento do processo. Caso surjam fatos ou provas adicionais, a Procuradoria do STJD poderá avaliar a reabertura. A informação é do "ge".
Desde o início da investigação, Acosta prestou depoimentos para esclarecer as circunstâncias do cartão amarelo. O Fluminense acompanhou o caso por meio de seus advogados e ofereceu suporte ao jogador durante todo o ocorrido.
Relembre o caso
Lucho Acosta recebeu cartão amarelo aos 47 minutos do segundo tempo do jogo contra o Bragantino, durante uma confusão generalizada que gerou a expulsão de John Kennedy e Fabinho. Na jogada, o meia argentino estava distante, mas correu em direção a Lucas Barbosa, que empurrou Canobbio. Na sequência, recebeu um contra-golpe de Gustavo Marques e Alix Vinícius, e devolveu o empurrão em Marques.
A casa de apostas Stake reportou um volume anormal de apostas no cartão amarelo de Lucho Acosta neste jogo. Elas foram em criptomoedas, o que dificulta a localização do apostador. É, aliás, uma apuração ainda preliminar, antes mesmo de uma fase investigatória.
O relatório da Sportradar, afinal, costuma dar o pontapé inicial em investigações sobre manipulação de apostas no Brasil ao identificar movimentações atípicas em um determinado lance. A partir desse alerta, os órgãos competentes precisam apurar se o atleta forçou o cartão intencionalmente para beneficiar apostadores.
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