Entre 2024 e 2026, o Fluminense obteve um saldo positivo de € 23,8 milhões no mercado da bola, arrecadando € 93,6 milhões em vendas e gastando € 69,8 milhões em contratações. As saídas de André (€ 22 mi) e Jhon Arias (€ 17 mi) para o Wolverhampton, além de Kauã Elias (€ 17 mi) para o Shakhtar Donetsk, lideraram as receitas tricolores. Do lado dos investimentos, Rodrigo Castillo (€ 8,6 mi) e Jefferson Savarino (€ 6,4 mi) foram os principais reforços, embora o superávit ainda sofra deduções financeiras.
Jhon Arias e André foram os principais responsáveis pela arrecadação do Fluminense entre 2024 e 2026. Nas três últimas janelas, o clube somou € 93,6 milhões em vendas de jogadores e gastou € 69,8 milhões na contratação de reforços. O saldo positivo chegou a € 23,8 milhões.
A Agência RTI Esporte apurou que o Fluminense movimentou € 163,4 milhões entre negociações de saída e investimentos em novos atletas. O resultado evidencia capacidade do clube de transformar jogadores em ativos valorizados no mercado internacional.
André lidera a relação das maiores negociações. O volante foi vendido ao Wolverhampton, da Inglaterra, por € 22 milhões. Kauã Elias aparece na sequência, com a transferência para o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, por € 17 milhões.
Jhon Arias também rendeu € 17 milhões aos cofres tricolores ao deixar o clube rumo ao Wolverhampton. A negociação do colombiano teve peso importante na arrecadação, assim como a saída de Isaque para o Shakhtar Donetsk, por € 10 milhões.
André e Jhon Arias lideram as principais vendas
As quatro operações envolvendo André, Kauã Elias, Jhon Arias e Isaque representam € 66 milhões em receitas para o Fluminense. O valor corresponde a aproximadamente 70% de tudo o que o Fluminense arrecadou com transferências no período analisado.
A presença de dois jogadores negociados com o Wolverhampton e outros dois que seguiram para o Shakhtar também chama atenção. Os clubes ingleses e ucranianos concentraram parte importante dos investimentos feitos para contratar atletas do Tricolor.
Facundo Bernal aparece entre as negociações mais relevantes do levantamento, com transferência para o Real Betis por € 10,5 milhões. A operação reforça a presença do mercado europeu como destino de jogadores que passaram pelo elenco tricolor.
Rodrigo Castillo lidera os investimentos do Fluminense
Rodrigo Castillo foi a contratação mais cara do Fluminense no período, com investimento de € 8,6 milhões para tirá-lo do Lanús, da Argentina. Jefferson Savarino aparece na sequência, com custo de € 6,4 milhões. O venezuelano chegou ao Tricolor após passagem pelo Botafogo.
Agustín Canobbio custou € 6 milhões, enquanto Santiago Moreno e Guilherme Arana chegaram por € 5,2 milhões e € 5 milhões, respectivamente. Juntos a Castillo e Savarino, os cinco reforços somaram € 31,2 milhões, quase 45% dos gastos do Fluminense nas três janelas.
Saldo positivo não significa lucro líquido
Apesar do superávit de € 23,8 milhões no balanço de transferências, o número não representa necessariamente lucro líquido para o Fluminense. Comissões, obrigações contratuais, parcelas e divisão dos direitos econômicos podem alterar o resultado financeiro efetivo das operações.
As vendas foram fundamentais para financiar a movimentação do Fluminense no mercado. André e Jhon Arias lideraram as negociações e ajudaram o Tricolor das Laranjeiras a arrecadar mais do que gastou em contratações.