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Última vitória do Corinthians na Bombonera teve três gols de Paulinho e técnico lendário

Timão encara longo jejum sem vitórias na casa do adversário desta terça-feira

17 mai 2022 06h26
| atualizado às 09h48
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O Corinthians entra em campo contra o Boca Juniors, nesta terça-feira (17), às 21h30, pela Copa Libertadores, para jogar não só a sua classificação na competição continental como também a quebra de um tabu que perdura por 61 anos, que é vencer na Bombonera.

La Bombonera é um dos estádios mais lendários do futebol mundial (Foto: AFP)
La Bombonera é um dos estádios mais lendários do futebol mundial (Foto: AFP)
Foto: Lance!

A única vez que o Timão bateu os xeneizes como visitante foi justamente no primeiro confronto entre os times na Argentina, realizado no dia 21 de janeiro de 1961, pelo Torneio Octagonal de Verão. O Time do Povo venceu por 4 a 3, com show de Paulinho, mas não o mesmo que está no clube atualmente.

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O Paulinho da década de 60 foi um atacante que chegou a registrar bons números com a camisa corintiana, mas não foi aproveitado da melhor maneira pela equipe, e, por isso, buscou outra equipe no fim daquele ano de 1961. No total, o jogador atuou pelo Timão durante toda aquela temporada, fazendo 29 jogos e 13 gols - três contra o Boca.

Agora o Timão, mesmo buscando uma vitória na Bombonera, como em 1961, não poderá repetir uma vitória com show de um Paulinho, sendo agora o seu meia, camisa 15, isso porque o jogador está se recuperando de uma lesão no ligamento cruzado do joelho direito, sofrida há duas semanas, em um jogo do Campeonato Brasileiro contra o Fortaleza, na Neo Química Arena.

TREINADOR LENDÁRIO

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Outro ponto importante da única vitória do Corinthians sobre o Boca na Bombonera foi a presença do lendário técnico brasileiro Vicente Feola, campeão mundial com a Seleção, em 1958. Porém, Feola dirigia o time do Boca Juniors.

Aquela temporada foi a única de Vicente Feola trabalhando fora do Brasil. Depois, em 1964, o treinador retornou à Seleção Brasileira, onde comandou a Amarelinha na Copa do Mundo de 1966, já não obtendo o mesmo êxito de oito anos atrás.

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