A eliminação do Corinthians na Libertadores diante do Estudiantes escancarou a grave crise ofensiva da equipe, que teve apenas duas finalizações certas e viu Memphis Depay isolar um pênalti decisivo. Mesmo sob o comando do ofensivo Fernando Diniz, o Timão segue com baixa produtividade no ataque, figurando como o segundo pior do Brasileirão. Agora fora do torneio continental, o clube precisa reagir com urgência para afastar a ameaça de rebaixamento no campeonato nacional.
O sonho do Corinthians em conquistar o bicampeonato da Libertadores, tal qual o pênalti de Memphis Depay, voou para longe. Contra o Estudiantes, na Neo Química Arena, o Timão mostrou mais uma vez a sua enorme dificuldade de criar ações e marcar gols, mesmo com sob o comando de um treinador conhecido pela sua ofensividade.
Em uma noite tensa e que pedia um time mais ofensivo para fazer da Neo Química Arena um fator positivo para buscar o resultado, o Corinthians sucumbiu. O Timão mais uma vez tropeçou nas próprias pernas e mostrou sua enorme dificuldade de balançar as redes adversárias. Assim, não à toa, o Timão é segundo pior ataque do Brasileirão - empatado com a lanterna Chapecoense, e atrás do Vitória, com 28 gols.
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Contra o Estudiantes, foram apenas duas finalizações certas durante os 90 minutos de jogo. Aliás, o goleiro Muslera fez duas defesas simples, e nada mais do que isso. Nem mesmo o pênalti que empataria a partida e levaria a disputa para as penalidades foi uma finalização certa do Corinthians, uma vez que Memphis Depay isolou a cobrança.
Para um time treinado por Fernando Diniz, que é notoriamente conhecido por ser um técnico de mente ofensiva e que seus times marcam muitos gols, o Corinthians segue sendo o time 'menos Diniz' da carreira do treinador. E isso, neste momento, foi um fator decisivo para que o Corinthians não continuasse na Libertadores.
Desse modo, a falta de ideias, as poucas chances e o poder de fogo baixo foram os motivos pelo qual o Timão deu adeus. Assim, resta saber se, no Brasileirão, o Corinthians vai reagir e se afastar da zona de rebaixamento, que cada vez se aproxima mais.
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