Integrantes de torcidas organizadas do Botafogo, liderados pela Fúria Jovem, protestaram nesta terça-feira no CT Espaço Lonier contra o mau momento do time. O grupo encurralou e cobrou de forma ríspida o capitão Telles, além de dialogar com o dirigente João Paulo Magalhães. Apesar do clima tenso, a segurança foi reforçada e não houve violência. O protesto reflete a crise do clube, que foi eliminado das copas, não venceu em agosto e ocupa o 12º lugar no Brasileirão.
Um grupo de membros da facção Fúria Jovem organizou um protesto nesta terça-feira (1), disponibilizou ônibus de graça e foi ao Espaço Lonier, CT do Botafogo, cobrar os jogadores pela má fase do time. Houve, assim, uma conversa mais ríspida e tensa com o lateral-esquerdo Telles.
"O que você quer que a gente faça?", disse Telles, capitão do time alvinegro, encurralado pelo grupo.
Diante do protesto, o Botafogo precisou, então, reforçar a segurança para evitar incidentes com os seus futebolistas. Sendo assim, apesar do clima desfavorável para o elenco do Botafogo e do ímpeto das manifestações, não houve episódios de violência.
Outras organizadas, em menor número, também participaram da manifestação na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Presidente do quadro social do Botafogo e atual mandachuva da SAF, João Paulo Magalhães também estava no local para acompanhar as manifestções e dar as suas explicações sobre a crise do clube.
O Botafogo retomou a rotina de treinos no Espaço Lonier, nesta terça-feira (1). Eliminado da Copa do Brasil e da Sul-Americana, o Glorioso só tem o Brasileirão pela frente até o fim do ano. Com 30 pontos, o time ocupa a 12ª colocação do certame. A equipe terminou agosto sem nenhuma vitória no Nacional. Foram três derrotas e um empate.
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