A proibição total de casas de apostas por Medida Provisória forçará clubes a retirarem peças publicitárias até 5 de outubro, mas a principal preocupação do Botafogo é o impacto da medida sobre os direitos de transmissão, que tiveram valores inflacionados pelo setor. Embora tenha a receber R$ 55 milhões da VBet até 2027, a SAF alvinegra já planejava a substituição da marca e teme perdas maiores nas receitas de TV, cenário que também afeta outros 14 clubes da Série A e o nome de torneios.
O Botafogo tem uma preocupação maior do que a da proibição de bets e casas de apostas no Brasil, empresas que patrocinam diversos clubes da Série A do Campeonato Brasileiro, incluindo o Mais Tradicional. A compra dos direitos de transmissão atormenta muito mais o Glorioso. A informação é do "Canal do Anderson Mota".
As casas de aposta elevaram o valor dos direitos de transmissão. Afinal, a grana que realmente importa é oriunda das emissoras e dos direitos de transmissão das competições. O Botafogo teme este efeito também em outras receitas.
Sobre o patrocínio master, a VBet, aliás, ainda faria um pagamento de R$ 55 milhões para 2027. A SAF (Sociedade Anônima do Futebol) do Botafogo, prestes a passar para uma nova gestão, já vinha se preparando para trabalhar sem a casa de apostas em 2027 e articulando com outra marca.
Na noite de sexta-feira (25), uma Medida Provisória determinou a proibição total dos sites de apostas no país.
A nova regra estabelece um prazo para que o futebol se adapte às mudanças. Clubes, federações e competições terão até as 23h59 de 5 de outubro para retirar de suas propriedades todas as ações e peças publicitárias ligadas às casas de apostas. Com isso, 14 equipes da Série A deverão voltar da Data Fifa sem marcas de bets nos uniformes. O impacto também alcançará torneios, que passarão por alterações em seus nomes, entre eles o Brasileirão e a Copa do Brasil.
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