Uma auditoria da SAF Botafogo revelou o repasse de R$ 1,3 bilhão ao Lyon durante a gestão de John Textor, afastado por decisão arbitral. O clube, hoje sob controle do setor social e com dívida de R$ 3 bilhões, tenta reaver entre R$ 250 milhões e R$ 300 milhões desse montante, embora as assinaturas de Textor em todas as frentes dificultem o processo. Paralelamente à disputa judicial com o ex-mandatário, o Alvinegro negocia a transferência do controle de seu futebol para a GDA Luma até o fim do ano.
Uma auditoria da SAF Botafogo identificou o repasse de R$ 1,3 bilhão ao Lyon, ex-parceiro do Glorioso na holding que comandava o futebol alvinegro até abril de 2026. A informação é do site "FogãoNet". Naquela época, a rede de clubes estava sob as ordens de John Textor. O empresário norte-americano tenta, por meios jurídicos, retomar o poder no Mais Tradicional após ser apeado do poder por um tribunal arbitral.
No Botafogo, a SAF acredita na possibilidade de recuperar alguma quantia deste repasse. Os dirigentes trabalham em uma estimativa de R$ 250 milhões e R$ 300 milhões.
A principal dificuldade, contudo, segundo a publicação, seria o fato de que John Textor assinou a maior parte das operações "em todas as pontas".
A SAF, no momento, está nas mãos do social do clube, com 51%. O associativo, aliás, acionou o bônus de subscrição por fraude alegada em aporte de John Textor. Com uma dívida de R$ 3 bilhões, o Botafogo trabalha para que a GDA Luma, do empresário Gabriel de Alba, assuma o controle do futebol até o fim deste ano.
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