A SAF do Botafogo aprovou o aumento do capital social com a emissão de 200 milhões de ações, somando R$ 2 milhões. A medida caminha para diluir a participação da Eagle Football, de John Textor, que tentou barrar a votação na Justiça sem sucesso. Se a holding não exercer a compra de sua fatia em 30 dias, o clube social assumirá as ações, reduzindo a presença da Eagle a um nível ínfimo. A decisão é um passo crucial para que a GDA Luma assuma o controle majoritário do futebol alvinegro.
A SAF do Botafogo aprovou o aumento do capital social nesta quinta-feira (24), na Assembleia Geral Extraordinária realizada de forma online. Com isso, serão emitidas 200 milhões de novas ações cotadas em R$ 2 milhões no total, com futura diluição da participação da Eagle Football Bidco, antiga holding de John Textor, no clube-empresa. A informação é do site "Glorioso Play".
A Eagle, dona de 49% da SAF, tem até 30 dias para exercer a opção de compra de 98 milhões de ações. Se a empresa não exercer este direito, o Botafogo social, que detém 51% do futebol, deve adquirir este número, além das 102 milhões restantes.
Neste cenário, a holding passa a ter uma participação ínfima na gestão da SAF alvinegra. Textor, aliás, tentou, em vão, melar a Assembleia na Justiça e amargou uma derrota duríssima.
A Assembleia Geral Extraordinária é mais um passo para a GDA Luma avançar para arrematar o futebol do clube e tornar-se a sócia majoritária da SAF do Mais Tradicional.
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