F1: Punição na China adia novamente o sonhado grid de 22 carros na categoria

Apesar da chegada da Cadillac em 2026, infração de Albon na prova Sprint mantém jejum que dura desde a temporada de 2016

13 mar 2026 - 23h34
imprevistos e punições seguem adiando a sonhada formação de 22 carros na F1
imprevistos e punições seguem adiando a sonhada formação de 22 carros na F1
Foto: Red Bull Content Pool

A tão aguardada imagem de 22 carros alinhados perfeitamente no grid de largada da Fórmula 1 continuará sendo apenas uma expectativa. Neste sábado (14), a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) confirmou que Alexander Albon, da Williams, largará do pit lane na corrida Sprint do Grande Prêmio da China, o que inviabiliza a formação completa do novo pelotão de 22 monopostos prometido para a temporada de 2026.

Com a aguardada entrada da equipe Cadillac no campeonato deste ano, a Fórmula 1 voltou a contar com 11 construtores e, consequentemente, 22 vagas no grid. A última vez que a categoria viu 22 carros apagarem as luzes vermelhas posicionados na reta principal foi no encerramento da temporada de 2016, no Grande Prêmio de Abu Dhabi, época em que a extinta equipe Manor ainda competia.

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O retorno a esse número gerou grande entusiasmo nos fãs, mas a realidade operacional e as regras rígidas da categoria têm sido um obstáculo. Logo na etapa de abertura da atual temporada, no GP da Austrália, nem todos os 22 carros conseguiram alinhar no grid. Agora, em Xangai, a quebra da formação completa acontece não por problemas na ida para a pista, mas devido a uma rigorosa infração técnica.

Segundo o documento oficial de número 42 emitido pelos comissários da FIA, a equipe Atlassian Williams F1 Team realizou alterações no acerto de suspensão do carro #23 de Alexander Albon durante o regime de Parque Fechado (Parc Fermé). A modificação vai de encontro ao Artigo B3.5.7 do Regulamento Esportivo da Fórmula 1.

Como punição mandatória para essa infração, o piloto tailandês foi obrigado a iniciar a corrida Sprint de logo mais partindo diretamente da saída dos boxes. Sendo assim, o alinhamento principal no traçado chinês contará com, no máximo, 21 carros, obrigando o público a esperar pelo menos até a corrida principal de domingo para, quem sabe, ver finalmente o tabu de uma década ser quebrado na F1.

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