ORACLE RED BULL RACING
Carro: RB21
Motor: Honda RBPTH003
Posição no Campeonato de Construtores: 3º lugar - 451 pontos
Melhor Resultado: 1º lugar - Max Verstappen - GP do Japão, Emília Romagna, Países Baixos, Itália, Estados Unidos, Las Vegas, Catar e Abu Dhabi
Pilotos:
Max Verstappen: 2º lugar - 421 pontos
Yuki Tsunoda: 17º lugar - 30 pontos (pontos marcados com a Red Bull)
Liam Lawson: 14º lugar - 0 pontos (pontos marcados com a Red Bull)
Um time que nao pode reclamar de falta de emoções em 2025 foi a Red Bull. Desta ve, a combinação foi com ação na pista, mas principalmente FORA da pista. Os taurinos chegaram com o RB21, o primeiro carro sem a participação direta de Adrian Newey na concepção. O conceito dos carros anteriores se manteve, mas Pierre Waché e seus comandados foi um pouco mais à frente, tentando incorporar elementos de concorrentes para tentar deixar o carro menos imprevisível.
Fora da pista, a debandada de pessoal seguiu: primeiro, Jonathan Wheatley, que namorou com a possibilidade de assumir o comando de pista com a crise de Horner, aceitou o convite da Audi. E quando a situação de Christian Horner parecia mais tranquila, uma briga interna entre acionistas fez com que o britânico fosse chutado no meio do ano.
A crise também não foi só no comando. A Red Bull começou com Max Verstappen e Liam Lawson. Já não era novidade que Verstappen é o dono do time. Mas Lawson começou a sofrer já na pré-temporada e a permanencia no time não durou duas provas. A máquina de moer carne do Dr. Marko entrou em ação mais uma vez e Yuki Tsunoda teve a chance que tanto esperava (muitos f´ãs também), com o neozelandês voltando para a Racing Bulls.
O padrão do "time voltado inteiramente para Verstappen" voltou a aparecer. Verstappen venceu habilmente no Japão e Imola, mas o Red Bull ainda não estava achando o caminho certo. Neste momento, poderia se dizer que a situação estava assim justamente pela genialidade do neerlandês. Enquanto isso, Tsunoda seguia não cumprindo o que se esperava...
Em tempo: a postura da Red Bull em relação a Verstappen lembrou a Lotus na época de Senna e a Benetton nos tempos de Schumacher.
A partir da Espanha, a equipe técnica comandada por Pierre Waché passou a trazer novidades para o RB21 e deixou o carro mais à vontade para Verstappen. Com a saída de Christian Horner depois do GP da Grã-Bretanha, o comando foi assumido por Laurent Mekies, que estava comandando a Racing Bulls e já conhecia muito bem todo o processo.
Mekies mudou um pouco o processo e acelerou mudanças para o RB21, além de dar mais atenção à Tsunoda, a quem já conhecia da Alpha Tauri. O oibjetivo era também fazer com o que o segundo carro também pontuasse. Mas quem começou a virada foi Verstappen: a partir de Zandvoort: foram 6 vitórias em 10 corridas e conseguiu tirar uma diferença de 100 pontos para a McLaren. Se não fosse o destempero de Verstappen em Barcelona, onde jogou o carro para cima de Russell, teria consolidado uma das principais viradas da história da F1.
Como escrito aqui em um momento da temporada 2025, a Red Bull foi a equipe de um Verstappen só. Mesmo não vencendo o campeonato, o neerlandês fez um ano que marcou seu nome na história e sim o posiciona como um dos principais nomes da categoria em todos os tempos.