"Fred ainda está com a lesão aberta", explica Domínguez sobre utilização do atacante na eliminação do Atlético-MG

Técnico do Atlético-MG justificou a entrada tardia de Fred e Mateo Cassierra e avaliou a atuação de Cuello após a eliminação na Copa do Brasil, neste sábado.

7 nov 2026 - 21h31
(atualizado às 21h31)
Resumo
Após a eliminação do Atlético-MG na Copa do Brasil, o técnico Eduardo Domínguez justificou as substituições e o rendimento da equipe pelas limitações físicas de jogadores recém-recuperados. Fred e Mateo Cassierra voltaram após quase um mês sem ritmo, sendo que Fred atuou com a lesão ainda aberta. O treinador também atribuiu a atuação discreta de Cuello à forte retranca defensiva montada pelo adversário, que reduziu os espaços e dificultou a criação de jogadas no confronto decisivo.
Eduardo Domínguez, treinador do Atlético-MG
Eduardo Domínguez, treinador do Atlético-MG
Foto: Pedro Souza/Atlético/Flickr / Esporte News Mundo

Após a eliminação do Atlético-MG na Copa do Brasil, neste sábado, o técnico Eduardo Domínguez explicou as condições físicas de alguns jogadores que retornaram recentemente de lesão e justificou as escolhas nas substituições durante a partida. O treinador destacou que Fred e Mateo Cassierra ainda não estavam preparados para suportar muitos minutos em campo.

Questionado sobre a condição física de Cuello, que não apresentou o mesmo desempenho de outras partidas, Domínguez apontou a organização defensiva do adversário como um dos principais fatores para as dificuldades do atacante. Segundo o treinador, o rival atuou com um bloco muito baixo, utilizando uma linha defensiva de cinco jogadores e outra de quatro, o que reduziu os espaços para dribles e infiltrações.

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"Foi uma situação relacionada à estratégia do rival, que defendeu com um bloco muito baixo, com cinco jogadores atrás e quatro no meio. Havia muito pouco espaço para driblar e criar. Acho que Cuello fez um grande esforço, mas a defesa adversária também foi muito forte nas duas partidas", avaliou.

Sobre Fred e Cassierra, o comandante explicou que ambos estavam longe das condições físicas ideais. Os dois haviam realizado apenas um treinamento normal na véspera da partida, depois de praticamente um mês afastados.

"Fred e Mateo não estavam em condições de jogar tantos minutos. Fred ainda está com a lesão aberta. Precisávamos manter o nível da equipe. Os dois praticamente só fizeram um treino normal ontem, depois de quase um mês fora. O ritmo não é o mesmo, e isso ficou evidente", explicou Domínguez.

O treinador também reconheceu que a falta de ritmo ficou perceptível durante a participação dos atletas. Fred, por exemplo, perdeu algumas bolas que normalmente não costuma perder. Ainda assim, sua qualidade individual apareceu em um dos momentos mais perigosos do Atlético-MG na etapa final.

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"Sabíamos que, se entrassem antes, seria ainda mais difícil criar as oportunidades. Mas Fred, pela capacidade que tem, criou uma das chances mais claras do segundo tempo. A defesa do goleiro foi incrível", concluiu o técnico.

A explicação de Domínguez reforça que a comissão técnica precisou administrar as condições físicas dos jogadores em um confronto decisivo, no qual o Atlético-MG acabou se despedindo da Copa do Brasil.

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