A convocação de Alan Minda para a Copa do Mundo garantiu um excelente retorno financeiro ao Atlético-MG. Pelo programa de compensação da entidade organizadora do torneio, os times são remunerados pela liberação dos atletas.
O atacante ficou à disposição da seleção do Equador por 38 dias. Conforme as regras da federação internacional, a diária por atleta é de cinco mil dólares. Pela cotação atual, a convocação de Minda rende aproximadamente R$ 950 mil ao clube, independentemente de ele atuar ou não durante as partidas.
Essa remuneração integra um fundo global de 250 milhões de dólares distribuído entre equipes do mundo todo. Na edição de 2022, o valor pago era maior, chegando a dez mil dólares por dia. Mesmo com a redução da cota diária, o mecanismo continua gerando lucros importantes para os times brasileiros.
No futebol nacional, o Campeonato Brasileiro contou com 32 jogadores convocados, espalhados por 13 clubes da Série A. Todos esses times lucraram com o sistema de repasse financeiro do evento. A regra do cálculo considera apenas o período total de permanência na competição, sem relação com os minutos em campo.
No balanço geral das contas, o Atlético-MG faturou um total de R$ 3,90 milhões com seus quatro jogadores cedidos. O clube acumulou 156 diárias na competição, alcançando uma média de R$ 975 mil por jogador. O montante representa um reforço de caixa considerável para o planejamento do clube.
Além de Minda, o Equador contou com Ángelo Preciado e Alan Franco, rendendo os mesmos 38 dias e R$ 950 mil cada um. O maior lucro individual, porém, veio do zagueiro Junior Alonso. O defensor jogou pelo Paraguai durante 42 dias, gerando sozinho R$ 1,050 milhão diretamente para o Galo.